27.9.07

SHELL

Trilhar os rumos do desenvolvimento sustentável significou, para a SHELL, transformar-se em uma companhia integrada de energia. Com robusta presença em todo o planeta, a companhia aliou ao desenvolvimento econômico as vertentes ambientais e sociais, em busca de uma meta desafiadora: suprir a crescente demanda energética global respeitando as pessoas e o meio ambiente.
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A história
A SHELL tem suas origens em 1833, em uma pequena loja, na região oeste da cidade de Londres, que vendia antiguidades e objetos exóticos, como belas conchas orientais que eram usadas pelas donas-de-casa para enfeitar caixas e móveis. Marcus Samuel, o proprietário da loja, realizou tantos e tão bons negócios com as conchas, que contratou encomendas especiais às empresas que navegavam para o Oriente e, em pouco tempo, o negócio cresceu o suficiente para se transformar numa empresa de importação e exportação. Quando morreu em 1870, seus filhos, Marcus Samuel e Samuel Samuel, herdaram o negócio de importar e vender conchas na Inglaterra. Oito anos depois da morte do pai, os irmãos separaram suas atividades: Marcus Samuel and Company estabeleceu-se em Londres e Samuel Samuel and Company no Japão. Em 1885, Marcus Samuel ampliou suas atividades entrando em um novo negócio: a venda de querosene para o Oriente. Cinco anos depois, viu os primeiros petroleiros em ação no Mar Negro e começou a fazer planos para transportar querosene russo a granel, através do Canal do Suez, encomendando oito petroleiros. O “Murex”, primeiro deles, fez a viagem inaugural pelo canal em 1892. Para garantir sua mercadoria, Marcus assinou contrato com um grupo russo de produtores e refinadores que, na verdade, era controlado pela Casa Rothschild. O negociante inglês estava garantindo, por longo prazo, o suprimento de querosene produzido no Oriente. O óleo de baleia das velhas luminárias e candeeiros começava a ser substituído rapidamente pelo moderníssimo querosene, barato e de mais fácil manejo. Nessa mesma época, produzia-se petróleo nas Índias Ocidentais. E, em 1890, a NV Koninklijke Nederlandsche Maatschappij tot Exploitatie van Petroleum-bronnen in Nederlandsch-Indie foi fundada para operar um campo de petróleo em Sumatra sob a direção de August Kessler. A empresa de nome gigantesco tinha, em 1892, apenas um oleoduto e uma refinaria. Para facilitar seu relacionamento comercial, passou a chamar-se Royal Dutch Petroleum Company.
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Quatro anos depois, Henri Deterding associou-se a Kessler e ambos começaram a sofrer os efeitos da competição com o baixo custo de transporte do petróleo russo vendido por Marcus Samuel. Para garantir seu negócio, a Royal Dutch começou a construir petroleiros e instalações de armazenamento, fundando uma organização de vendas. Nessa altura, as duas empresas européias - a Royal Dutch e a de Samuel - tinham como grande rival a norte-americana Standard Oil. Para enfrentar o desafio vindo do outro lado do Atlântico, inicia, em 1892, um trabalho de colaboração que culmina, em 1903, com a associação das duas na Asiatic Petroleum Company Limited, com um terceiro sócio, Rothschild. Marcus Samuel assumiu o posto de Chairman, e Deterding, o de Managing Director. A empresa possuía fontes de distribuição, tinha um esquema de vendas e atuava em todos os mercados do Extremo Oriente, passando depois a vender a produção das Índias Orientais em todo o mundo. Na verdade, nos bastidores, Samuel competia com Deterding, da Royal Dutch, e os dois só se juntaram para combater o “inimigo” comum: a americana Standard Oil. Em 1898, Samuel havia obtido uma concessão em Bornéu e passou a perfurar poços de petróleo com sucesso. Acabou construindo uma refinaria. Seus negócios particulares iam tão bem que foi necessário formar uma terceira companhia: The Shell Transport and Trading Company Limited, que passou a existir ao lado da empresa original de Samuel, a Marcus Samuel Company, da Royal Dutch e da joint venture que formaram, a Asiatic Petroleum. O nome Shell (concha) era inspirado na loja que seu pai lhe deixara ao morrer. Um invento que já existia desde 1885 - o carro a motor produzido por Karl Benz - estava destinado a apressar a união da Shell com a Royal Dutch. Ao saber da descoberta de petróleo no Texas, em 1901, Marcus Samuel conseguiu vencer a concorrência para transportá-lo e distribuí-lo na Europa. Sua empresa, a Shell Transport, foi a primeira companhia de petróleo a ter fontes mundiais de produção, o que garantia seu abastecimento de gasolina, querosene e óleo combustível. A norte-americana Standard Oil sentiu a concorrência e tentou, sem sucesso, obter o controle da Shell Transport and Trading Company, enquanto a Royal Dutch prosseguia em suas atividades de perfurar poços e produzir petróleo. Uma série de crises na Royal Dutch e na Shell apressou sua associação. Em 1898, problemas na produção de óleo em Sumatra haviam obrigado a Royal Dutch a recorrer à Rússia para conseguir querosene.
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Em 1900, Kessler morreu e seu posto foi ocupado por Deterding, partidário da sociedade com a Shell. A empresa inglesa, por sua vez, enfrentava dificuldades ao descobrir que o querosene de Bornéu era de baixa qualidade, não tendo conseguido entrar no mercado de gasolina, a essa altura já em franca expansão. Todos esses contratempos e a certeza de que as duas empresas se completavam levaram à grande fusão de 1907, com o nome de Royal Dutch/Shell Group of Companies. A Royal Dutch saía fortalecida, pois era rica em gasolina, e a Shell possuía óleo combustível. As duas garantiam o transporte de seus produtos aos quatro cantos do mundo. O resultado da sociedade é a Shell de hoje, a maior empresa do mundo em negócios com petróleo. Os primeiros anos do século resultam em lucros para a indústria do petróleo. Em 1909 começa a produção em massa de automóveis, o que resulta na abertura de um novo e imenso mercado. Em 1929, a empresa se introduz no setor químico com a constituição da “N. V. Mekog” nos Países Baixos. Em 1938, a produção de petróleo cru da SHELL, alcança uma cifra próxima aos 580.000 barris diários, frente ao total mundial de 5.720.000. Nos anos seguintes a SHELL cresceu em ritmo acelerado e introduziu inúmeras novidades no mercado como: pioneira ao lançar no Brasil a Trava Eletrônica, um sistema de monitoramento dos combustíveis comercializados nos postos, que impede o despejo e a adulteração de produtos, através do controle da abertura e fechamento dos tanques de combustíveis; também foi a primeira a utilizar Laboratórios Móveis verificando freqüentemente as especificações dos combustíveis comercializados nos postos de serviços; mais uma vez a empresa foi pioneira no desenvolvimento de mecanismos para garantir a qualidade dos seus produtos com o DNA SHELL, além de lançar produtos inovadores como a gasolina premium SHELL V-POWER, Shell Premium gasoline (introduzida em 1955), Formula Shell Gasolina, Formula Shell Premium e Shell Formula Diesel. Recentemente, os acionistas da empresa aprovaram, em assembléia-geral, a fusão do grupo em uma única empresa de nome Royal Dutch Shell PLC, que terá sede em Londres. A decisão representa uma virada na história da empresa, que era dirigida por duas matrizes: Shell Transport and Trading, na Grã-Bretanha, e Royal Dutch Petroleum (controlava 60% do grupo), na Holanda. Atualmente o Grupo SHELL explora, produz e refina petróleo. Acha, produz e transporta gás. Fabrica produtos químicos. Investe na pesquisa e viabilidade de fontes de energia renováveis. Ao longo da sua história, busca constantemente inovação tecnológica, vislumbrando a descoberta de novas tecnologias como fator crucial para o futuro.
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Os produtos
Shell V-Power. A gasolina, lançada no mercado em 1997, foi desenvolvida especialmente pelos cientistas da empresa, em conjunto com a equipe de Fórmula 1 da Ferrari, para aperfeiçoar os combustíveis dos carros de corrida. Eles usaram o conhecimento adquirido nas pistas de corrida para desenvolver um combustível especial, projetado para manter o seu motor em condições eficientes de operação. A gasolina tem fórmula exclusiva que diminui o atrito entre as peças móveis do motor que entram em contato com o combustível, permitindo a redução do desgaste e dando mais proteção ao seu carro. Desde seu lançamento a gasolina premium já foi introduzida em mais de 50 países ao redor do mundo.
SHELL HELIX. Durante uma corrida de Fórmula 1, o óleo precisa proteger um motor que atinge 17.000 rotações por minuto e uma temperatura de até 150 graus. Pensando sempre em exceder as suas expectativas, a SHELLl foi às pistas e desenvolveu juntamente com a Ferrari a linha SHELL HELIX, lubrificantes com a tecnologia mais avançada do mundo. Líder em vendas em mais de 100 países, tem fórmula exclusiva com aditivos de tecnologia sintética, criteriosamente balanceados para garantir ao motor máxima proteção. A linha, aprovada pelos principais fabricantes como Ferrari, Mercedes, BMW, Audi, Jaguar, Porsche e Land Rover, é composta pelos óleos ULTRA, SUPER, STANDARD e PLUS.
DNA SHELL. Funcionando como um código genético de um DNA, agindo de forma muito mais completa que um simples corante, permitia que a SHELL verificasse a procedência dos combustíveis comercializados nos postos de serviços no Brasil. Desde agosto de 2000 vem testando a marcação de seus produtos nos postos, e em janeiro de 2001 lançou o DNA da DHELL nas gasolinas, inicialmente no Rio de Janeiro e São Paulo. Expandiu-se para todo o Brasil em 2002 e, em 2003, foi lançado também para o diesel, propiciando maior segurança para o consumidor. Em abril de 2004, 1.400 postos de abastecimento participavam do programa, que conta com 40 laboratórios móveis. Duas substâncias, desenvolvidas através de tecnologia de ponta, existentes somente nos combustíveis SHELL, são utilizadas na composição do DNA da SHELL: a primeira substância, só é possível ser detectada em laboratórios apropriados, através de um processo conhecido como Cromatografia a Gás; o segundo componente, somente pode ser detectado por equipamentos de leitura óptica presentes nos Laboratórios Móveis da Shell.
Laboratórios Móveis. Conhecidos também como veículos de controle de qualidade, estão capacitados para analisar amostras das gasolinas e do diesel Shell, permitindo saber com precisão se a origem dos combustíveis é 100% SHELL.
SHELL FORMULA DIESEL. Introduzido em 1988, é um diesel especificamente desenvolvido para garantir alta performance com mais economia (menor consumo de combustível), maior autonomia, combustão mais eficiente, limpeza e proteção do tanque e do motor contra ferrugem. Antes de abastecer o veículo da sua frota, Shell Formula Diesel foi testado e aprovado em mais de 40 milhões de quilômetros, o que corresponde a mais de mil voltas ao redor do mundo. Além de 2 milhões e 500 mil quilômetros em testes aqui no Brasil, em condições reais, em frotas de caminhões e ônibus de empresas de transportes do país.
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Parceria de sucesso
Um caso verdadeiro de amor ao automobilismo. Assim pode ser definido o relacionamento entre a SHELL e a italiana Ferrari, um dos mais vantajosos na história da indústria automobilística. Proporcionando potência e proteção aos carros de passeio e de corrida da Ferrari, os produtos SHELL já foram utilizados nos primeiros carros da montadora italiana, e a empresa desempenhou um papel fundamental na primeira participação da Ferrari na Fórmula 1, em 1950. Desde então, a SHELL contribuiu para a Ferrari conquistar oito títulos de construtores e 11 de pilotos na Fórmula 1. Desde 1996, a SHELL tem sido a pioneira no desenvolvimento de técnicas de análise nas pistas, que contribuíram em parte para a trajetória espetacular da qualidade mecânica da Ferrari. As operações realizadas nas divisões de carros de passeio e de Fórmula 1 da Ferrari proporcionam um formidável campo de testes para a SHELL monitorar dados importantes como resistência ao uso, sistemas de proteção térmica do motor e redução de desgaste interno. Claro que os benefícios para a Ferrari também são muitos. Por manter um alto nível de potência do motor e de eficiência do combustível ao diminuir sua densidade, a SHELL permitiu à Ferrari reduzir o peso nos carros e otimizar sua performance, além de melhorar o consumo de combustível durante o ano de 2004. Em diversas ocasiões (particularmente em San Marino e na Espanha em 2004), a equipe italiana de Fórmula 1 impôs um ritmo intenso às voltas na pista enquanto seus rivais ficavam nos boxes, conquistando lideranças seguras antes de ter que fazer o pit stop. As inovações da SHELL não se limitam apenas à potência pura. Não é somente o combustível que pode fornecer apoio estratégico à equipe da Fórmula 1, a escolha correta do lubrificante também produz um impacto significativo à performance do carro. A Ferrari e a SHELL desenvolveram um dos motores mais confiáveis da Fórmula 1, e baseados na tecnologia encontrada na linha Shell Helix, fabricaram uma série de misturas de lubrificantes que deram potência e protegeram o motor em diferentes patamares em 2005. Com o Shell Track Lab, moderno laboratório móvel presente em todos os circuitos da temporada, uma equipe de técnicos da empresa e da escuderia italiana monitora constantemente a formulação e a qualidade do seu combustível por meio de análises que garantem a confiabilidade dos motores. O objetivo é adequar a gasolina ao motor e vice-versa. A cada ano, a SHELL desenvolve 250 mil litros de combustível para a equipe de Fórmula 1 da Ferrari. Os carros de passeio da Ferrari também saem da fábrica com indicações específicas para utilizar os produtos fornecidos pela SHELL.
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Recentemente, para comemorara os 60 anos da vitoriosa parceria entre a marca e a Ferrari foi produzido um comercial antológico, denominado “Circuit”, que celebra as seis décadas de sucesso e inovações tecnológicas entre as duas empresas. O comercial, uma produção global da empresa, foi filmado nas ruas do Rio de Janeiro, Nova Iorque, Hong Kong, Mônaco e Roma, utilizando 5 modelos diferentes de carros de Formula 1 através das décadas. Para assistir ao filme clique no ícone abaixo.
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A evolução visual
Durante sua história a SHELL foi gradativamente lapidando sua logomarca até seu total reconhecimento por parte dos consumidores. A palavra SHELL foi utilizada pela primeira vez em 1891 como marca registrada do querosene importado por Marcus Samuel. O nome era uma homenagem ao seu pai, um próspero comerciante conchas da cidade de Londres. O primeiro logotipo, contendo uma concha achatada (conhecida como Mussel Shell), apareceu em 1901. Somente três anos depois, em 1904, a tradicional concha, muito semelhante a de hoje, e denominada “Pecten”, foi inserida no logotipo da marca. O logotipo evoluiu desde o início do século com nítida redução do número de “linhas” na concha, aparecendo assim menos complexo. O atual desenho da concha foi feito pelo designer Raymond Loewy e introduzido em 1971. Somente em 2003 a SHELL retirou seu nome do logotipo, que passou a ser representado apenas pela famosa e reconhecida concha. A evolução pode ser vista clicando na imagem abaixo.
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Os slogans
Waves Of Change. (2003)
Go well. Go Shell. (?)
You can be sure of Shell. (1982)
They drive well with Shell. (1964)
Cars love Shell. (1959)
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O valor
Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca SHELL está avaliada em US$ 3.31 bilhões, ocupando a posição de número 93 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. É a marca de banco mais valiosa do mundo.
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A marca no Brasil
A SHELL chegou ao Brasil em 1913, iniciando suas atividades com o nome de Anglo-Mexican Petroleum Products Company. No dia 5 de maio de 1914, inaugura o primeiro depósito de óleo combustível do Brasil, no bairro da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. A empresa começou a distribuir, no lombo de burros, além dos óleos combustíveis industriais, o Kerosene Aurora, lubrificantes, óleo diesel e a Gasolina Energina. Somente em 1922 foram inauguradas as primeiras bombas de gasolina em ruas e garagens de capitais e cidades do interior, e também ao longo de rodovias. Os primeiros postos de serviços só seriam inaugurados sete anos depois. Nos anos seguintes a empresa cresceu e implantou novidades no mercado como: inauguração do primeiro posto de abastecimento e serviços da futura capital do País (Brasília) em 1957; inauguração, em São Paulo, da primeira loja de conveniência em posto de serviços do país, sob a marca Express em 1987; lançamento do Shell Card, primeiro produto de automação da Shell Brasil e do mercado, em 1990, chegada ao Brasil da Select, marca SHELL mundial de lojas de conveniência em 1995; lançamento, em 2001, do programa DNA da SHELL com o intuito de inibir a adulteração de combustíveis em sua rede de postos; chegada ao Brasil, em 2003, a gasolina Shell V-Power. A empresa tem no país 2.290 postos de serviços, que vendem mais de 5 bilhões de litros de combustíveis e 14.1 milhões de litros de lubrificantes, além de contar com 215 lojas de conveniência Select.
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A marca no mundo
A empresa SHELL trabalha em exploração e produção de petróleo e gás: refinação, transporte e comercialização de seus derivados; produção e venda de produtos químicos; geração de eletricidade e energias renováveis. A SHELL está presente em mais de 140 países, empregando 112.000 funcionários, tendo mais de 45.000 postos de gasolina e mais de 50.000 marcas registradas.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca SHELL.
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CHANEL

Um verdadeiro mito. Responsável por grande parte das principais mudanças no vestuário feminino ocorridas no século XX. Considerada uma das forças do movimento feminista do começo do século passado, Mademoiselle Coco Chanel criou uma moda atemporal e elegante, ostentada até os dias de hoje, fazendo de sua marca sinônimo de elegância e conforto.
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A história
Para contar um pouco da história da marca CHANEL é imprescindível conhecer um pouco da vida de sua criadora. A estilista francesa, que se tornou símbolo de uma revolução nos costumes e na postura da mulher no cenário social, adquiriu a elegância e simplicidade como formas de sobrevivência. Mitômana, nunca quis admitir sua origem pobre. Foi apenas após a sua morte, em 1971, que os reais fatos de sua infância ficaram conhecidos do público. Nascida no interior da França, na cidade de Saumur em 19 de agosto de 1883, Gabrielle Bonheur Chanel ficou órfã de mãe aos seis anos de idade. Seu pai, Albert Chanel, a mandou para um pensionato da cidade francesa de Auvergne, onde permaneceu até sua adolescência. Porém, a vida simples da cidade interiorana não condizia com a ânsia de Coco Chanel. Trabalhou como balconista e até em um cabaré, onde cantava a música ''Qui qu´a vu Coco dans le trocadero?'' (de onde originou seu nome Coco). Mas o intuito de vencer na vida era mais forte e, para isso, decidiu sair à caça de amantes, de preferência homens ricos, que pudessem lhe ajudar. Esse foi o primeiro grande confronto de Coco Chanel com a sociedade machista do início do século XX. O envolvimento com o milionário oficial de cavalaria Etienne Balsan levou-a a Paris, aos 16 anos, e a inseriu na alta sociedade da capital francesa. Com a ajuda do cobiçado playboy inglês Arthur Capel (que muitos dizem ter sido o grande amor da estilista e morreu jovem em um acidente automobilístico em 1924), montou sua primeira loja, a Casa Chanel (Chanel Modes) em 1910. No começo, vendia chapéus para mulheres. O estilo simples, sem grandes adornos de flores, encantou as parisienses que freqüentavam o jóquei clube da cidade. Quem era aquela mulher que ousava nos trajes simplistas, com misturas entre vestimentas femininas e masculinas? A partir desse momento, Chanel decidiu dedicar-se à costura. Seus cortes simples encantaram e, em 1913 (antes da 1ª Guerra Mundial) abre, simultaneamente, duas boutiques de moda, em Deauville (um dos elegantes centros da França na época) e em Paris. Em 1916, abre uma loja de Alta Costura em Biarritz e, em 1920, fixa-se definitivamente no n.º 31 da Rue Cambon, onde a Maison Chanel existe até hoje. Coco
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Chanel costumava dizer que no mundo da moda havia um excesso de homens que não sabiam como proporcionar o conforto às mulheres. Foi por isso que o estilo criado por ela revolucionou o século XX: ao libertar a mulher das faixas e corpetes apertados em saias com muitos babados, permitiu que a mulher se sentisse livre e poderosa vestida de maneira simples e prática. "Não há mulheres feias, há mulheres mal cuidadas". Com essa filosofia, queria atingir o maior número de mulheres que pudesse, com roupas de cortes retos e elegantes. Chanel não se importava em ser copiada por outros estilistas; o que mais a alegrava era ver mulheres vestindo suas inovações. Jersey cardigan, sapatos sem salto, vestidos de corte a direito e sem mangas, jaquetas, saias plissadas, tailleurs, bolsas com alça de corrente dourada: a renovação do guarda-roupa feminino, para servir ao bel-prazer da mulher de bom gosto e poucos recursos, estava disponível na criatividade de Chanel. Era o chic minimalista que seria adotado por aquelas que estavam cansadas dos costumes da Belle Epoque e do vestuário excessivamente ornamentado. O vestido preto (“Little Black Dress”) seria outra de suas grandes invenções que se tornaria célebre. Saindo das festas de gala e dos momentos de luto, se transformaria no curinga e, de antemão, marcaria o perfil da mulher moderna, preparada para ser uma profissional e estar feminina e elegante em qualquer situação. Publicado pela primeira vez em 1926, o modelo foi chamado pela Vogue como o ''Ford dos vestidos'' (uma alusão aos carros da marca americana que eram vendidos em massa). No auge de sua fama, durante a década de 30, empregou 4.000 funcionários e chegou a vender 28.000 peças num único ano. O segredo do sucesso de Chanel era simples: apenas desenhava roupas que gostava de vestir. Não colocava seus esboços no papel, criava-os em cima do tecido, no corpo da modelo. Isso porque era a roupa que deveria se adequar ao corpo, e não ao contrário, como gostava de dizer. Neste período, Coco Chanel conheceu muitos artistas importantes, tais como: Pablo Picasso, Luchino Visconti e Greta Garbo. Seus modelos vestiram estrelas como a princesa Grace Kelly, atrizes como Marlene Dietrich e Ingrid Bergman, a primeira-dama americana Jacqueline Kennedy, entre outros grandes nomes.
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Durante a Segunda Guerra Mundial Chanel chegou a trabalhar como enfermeira, uma vez que os negócios de moda estavam em baixa. Nesta época envolveu-se com um oficial nazista, o que lhe custou o exílio na Suíça. Em 1954 voltou a Paris e retomou seus negócios na alta costura. Sua carreira teve um renascimento nesta época. O cardigã, o vestido preto, as pérolas tornaram-se marca registrada do estilo CHANEL. Quando apresentou a coleção de 1958, as francesas ficaram maravilhadas. A revista Elle escreveu em destaque: "Dez milhões de mulheres votam CHANEL". Suas inovações, de fato, retocaram toda a silhueta feminina. O novo comprimento de suas saias mostrou os tornozelos das mulheres, cujos pés passaram a contar com sapatos confortáveis de bicos arredondados. Pérolas em especial, e bijuterias em geral, ganharam lugar de destaque entre os acessórios, cachecóis enrolaram-se com classe nos pescoços das mulheres e seu corte de cabelo tornou-se simétrico, reto, mostrando a nuca - o eterno corte CHANEL. No ano de sua morte, em 1971, aos 87 anos, Hotel Ritz de Paris, Coco Chanel ainda trabalhava ativamente, desenhando uma nova coleção. Assim como toda a história da sua vida, o momento da morte também foi marcado por glamour e boatos. Sozinha, no quarto do Hotel Ritz onde viveu por cerca de 33 anos, a estilista teria dito a uma camareira que estava em seu quarto: ''Vê? É assim que se morre. Sozinha, mas sempre chique''. O seu funeral foi assistido por centenas de pessoas que levaram as suas roupas em sinal de homenagem. O ano de 1983 foi marcado pela chegada de Karl Lagerfeld à empresa como diretor artístico da marca tanto para a linha de alta-costura quanto para a de prêt-à-porter. O estilo clássico criado por mademoiselle Chanel, revitalizado por Lagerfeld, atravessou o século 20 e se tornou atemporal.
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A linha do tempo
1916
Introduziu na alta costura o jérsei de malha estreita, antes usadas apenas nas roupas de baixo dos homens.
1920
Coco Chanel deu um de seus golpes mais ousados, lançando calças masculinas para mulheres, inspiradas nas calças de boca larga usadas por marinheiros. Diz a lenda que a moda das calças boca-de-sino viriam depois de uma visita a Veneza, onde Coco as usou dizendo que eram mais práticas para subir e descer as gôndolas.
1924
Fundada a Société Des Perfums Chanel para produzir e vender perfumes e produtos de beleza.
Nesse mesmo ano foi introduzida sua coleção a linha de jóias.
1926
Foram lançados os Tweeds, inspirado em uma das viagens de Coco Chanel a Escócia.
1955
As bolsas com tiras para serem penduradas no ombro foram introduzidas.
Lançamento do Eau De Toilette For Men, primeiro perfume masculino da marca.
1970
● Lançamento do perfume Chanel nº 19 foi lançado no mercado. O número 19 era a data de nascimento de Coco Chanel.
1984
● Lançamento do perfume Coco Fragrance.
1987
● Introduz no mercado seu primeiro relógio com assinatura CHANEL.
1996
● Lançamento do famoso perfume Allure.
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O perfume das estrelas
O perfume mais famoso do mundo foi criado por Ernest Beaux, famoso perfumista da época, a pedido de Coco Chanel, que sugeriu: "Um perfume de mulher com cheiro de mulher". Dentro de um frasco art déco, que foi incorporado à coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York em 1959 , o Chanel nº 5 foi o primeiro perfume sintético a levar o nome de um estilista. Revolucionando o mundo das fragrâncias, o perfumista utilizou em sua fórmula corpos sintéticos em proporções inéditas até então: eram mais de 65 substâncias em sua composição entre elas rosas, jasmins de Grasse, flores raras do oriente e sândalo, além da luxuosa essência do pau-rosa, árvore tropical ameaçada de extinção e que encantou os europeus desde o século XVIII por sua fragrância. O cinco era o seu número da sorte, tanto que Coco apresentou o perfume no dia 5 de maio de 1921, até hoje o perfume mais vendido em todo o mundo, atingindo cerca de 140 países. Outra história conta que a estilista escolheu o número pois entre 10 amostras preparadas pelo perfumista a que mais lhe agradou foi a 5. O perfume alavancou seus negócios e se tornou legendário. Mas foi Marilyn Monroe quem tornou o perfume um verdadeiro sucesso. Ao ser entrevistada, perguntaram o que vestia para dormir. Marilyn respondeu: "Apenas algumas gotas de Chanel nº 5". Recentemente, em 2004, foi lançada a nova campanha do perfume estrelada pela atriz Nicole Kidman, o novo rosto do Chanel nº 5 para encarnar a elegância e modernidade do produto, como pode ser visto clicando nas imagens abaixo.
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A campanha contou ainda com um mini filme de 2 minutos dirigidos pelo renomado Baz Luhrmann, de “Moulin Rouge”, que contava com Nicole Kidman e o brasileiro Rodrigo Santoro. O filme, orçado ao custo de US$ 20 milhões, conta a história de uma atriz que foge de fotógrafos em uma première e termina nos braços de um estranho escritor. Tudo embalado ao som da Orquestra Sinfônica de Sydney, que toca uma versão de “Clair De Lune” do compositor Claude Debussy. Para assistir ao comercial clique no ícone abaixo.
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Rue Cambon
A loja mais famosa da marca CHANEL está localizada em Paris no n.º 31 da Rue Cambon desde 1921. Foi neste endereço que Coco Chanel abriu sua primeira boutique. Este endereço, onde Coco morou anos, é atualmente o Headquarters (espécie de quartel-general) da marca e uma grande atração turística da cidade mais chique do mundo. A loja é totalmente diferente de todas as outras. O aroma exclusivo do perfume nº 5 saúda os visitantes. Não há sequer uma mercadoria exposta. O cliente tem que pedir o que desejar. Além da loja, há uma espécie de museu na parte de cima.
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O logotipo
O tradicional e reconhecido logotipo da marca CHANEL com dois “C” entrelaçados (Double C) foi criado pela própria estilista e deriva de seu nome “Coco Chanel”. O logotipo somente foi registrado como marca depois da abertura de suas lojas.
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Os slogans
Coco, l'esprit de Chanel.
(1992)
Egoïste pour l'homme. (1990)
I am made of blue sky and golden light, and I will feel this way forever ... Share the Fantasy. (1979)
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O valor
Segundo a consultoria britânica InterBrands, somente a marca CHANEL está avaliada em US$ 5.83 bilhões, ocupando a posição de número 58 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. Atualmente é a quarta marca mais valiosa do mundo fashion.
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A marca no mundo
A marca CHANEL, um grande império que inclui alta costura, bolsas, sapatos, jóias, acessórios e perfumes, é controlada pela família Wertheimer, possuí cerca de 100 lojas próprias ao redor do mundo, além de ser dona da Eres, uma marca que vende linhas beachwear e lingeries.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca CHANEL.
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Você sabia?
O poder de Coco Chanel em ditar a moda era tão grande que a mania pelo bronzeado no verão surgiu quando, após uma viagem ao Mediterrâneo, a estilista voltou com o tom de pele acobreado. Todas as mulheres queriam copiá-la.
O depoimento a seguir mostra a personalidade de Coco Chanel: “Eu criei um estilo para um mundo inteiro. Vê-se em todas as lojas "estilo Chanel". Não há nada que se assemelhe. Sou escrava do meu estilo. Um estilo não sai da moda; Chanel não sai da moda”.
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Visite: www.chanel.com

MICHELIN

A história dos pneus está intimamente ligada a um boneco ligeiramente redondo, simpático e com status de estrela no mundo do marketing. Ele é a personificação de segurança e tecnologia da francesa MICHELIN, responsável pela segurança de milhares de pessoas que utilizam, não importa qual, meios de transportes. Quer seja de avião, metrô, automóvel, bicicleta ou moto, a MICHELIN está muito mais que presente nas vidas de todos nós.
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A história
A ligação da marca MICHELIN com o pneu nasceu da necessidade de um ciclista, inconformado pelo tempo gasto no reparo e na secagem da cola usada para ligar os pneus aos aros da bicicleta. Foi então que os irmãos Édouard e André Michelin, donos de uma pequena fábrica, com 52 empregados que produzia pastilhas de freio feita de lona e borracha, na cidade de Clermont-Ferrand na França desde 1889, imaginaram a melhor forma de facilitar este trabalho, e em 1891, patentearam o primeiro pneu desmontável, reduzindo o tempo de conserto de três horas e uma noite para 15 minutos. O célebre ciclista Charles Terront, correndo com pneus MICHELIN desmontáveis, venceu a corrida Paris-Brest-Paris oito horas à frente de seu adversário mais próximo, e 24 horas à frente do terceiro colocado. A invenção é logo patenteada e dá ao seu idealizador, Édouard, a certeza de que ali estaria um produto de futuro. Começava uma nova era para o transporte terrestre. Um ano depois, mais de 10 mil ciclistas rodavam com pneus MICHELIN. O próximo passo era fabricar pneus para outros meio de transportes. Em 1894 surgiu o primeiro pneu para carruagem, cujo conforto e silêncio os parisienses iriam adorar. No ano seguinte, em uma corrida entre Paris e Bordeaux, os irmãos MICHELIN inscreveram um carro, conhecido como “Éclair”, equipado com pneus. Apesar da vitória com certa folga, os constantes furos nos pneus ainda era um problema.
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O início do século XX marca a primeira grande onda de expansão da empresa, instalando-se próxima aos grandes centros automobilísticos (Europa e América do Norte), e a atuação em campos tão variados como o transporte de carga, guias rodoviários e até aviões. Em 1903, diante do grande sucesso, eles foram negociar seu produto numa pequena, mas promissora cidade americana chamada Detroit, onde acabava de ser montada uma grande fábrica de automóveis: a Ford. Foi nesse mesmo ano que surgiram os primeiros pneus para motocicletas. Em seguida, vieram pedidos de patentes de outros fabricantes: Pirelli, Firestone, Goodyear e muitas outras. Em 1906 foi construída a primeira fábrica fora da França, na cidade de Turim na Itália. No ano seguinte outra fábrica é construída nos Estados Unidos. A primeira preocupação da época foi aumentar a confiabilidade e a longevidade dos pneus. Naquele período, a duração de vida do pneu era bastante curta: entre 1.200 e 1.500 quilômetros. Duas grandes inovações trouxeram para o pneu a resistência ao desgaste: a primeira, a introdução do Negro de Carbono (pó de Carbono) na fabricação dos pneus, responsável pela sua cor negra, que multiplicou por cinco a sua longevidade, utilizado desde 1917; e o aparecimento na carcaça do pneu, de lonas de fios têxteis paralelos uns aos outros. O primeiro grande resultado de todas essas idéias foi o lançamento, em 1923, do pneu “Confort”, primeiro pneu de passeio de baixa pressão (35 libras). Sua longevidade era 10 vezes superior àquela dos primeiros pneus. Dois anos mais tarde, a integração de aros nos talões fixou o pneu à roda com mais confiabilidade que a técnica anterior.
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Em 1929, Edouard Michelin pediu aos seus engenheiros um projeto de pneu para ferrovias. Ninguém jamais imaginaria, até aquele ano, criar um pneu que pudesse suportar cargas tão pesadas. A busca por pressões mais baixas reunidas com um desgaste lento continuou e deu seus frutos em 1932, quando a MICHELIN propôs aos motoristas um pneu com uma pressão muito baixa (35 libras) e duas vezes mais resistente que o “Confort”: o Superconfort. Ao final da Segunda Guerra Mundial, em 1946, a MICHELIN deu um novo salto em matéria de tecnologia para mobilidade, inventando e produzindo o primeiro Pneu Radial da história. Menor peso, menos aquecimento e menor consumo de combustível foram apenas algumas das vantagens desta nova tecnologia, que rapidamente tornou-se padrão no mundo inteiro. Esse pneu conquistaria progressivamente todos os tipos de veículos e mercados, garantindo à empresa vantagens comerciais e industriais decisivas sobre seus concorrentes, ao longo dos 30 anos seguintes. Nos anos 80, a MICHELIN engaja-se na direção de novos pólos de atividades econômicas na América do Sul, América do Norte, Ásia e Europa. A inovação se acelera em todas as categorias de pneus, com destaque para o "Sistema PAX" e os pneus para engenharia civil e para exploração de minas. Nesta época a MICHELIN já era uma gigante e foi as compras adquirindo, em 1989, a americana B.F. Goodrich, empresa fundada em 1870. Até maio de 2006 era dirigida por um herdeiro da família, Édouard Michelin, que morreu afogado em um naufrágio durante uma pescaria nas proximidades da ilha de Sein, em águas da Bretanha, no noroeste da França.
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A linha do tempo
1910
Primeiro mapa rodoviário MICHELIN em escala 1/200.00 é introduzido em Clermont-Ferrand. A ele seguem-se os mapas da Costa Mediterrânea, de Marselha a Nice e da região parisiense. Em 1913, o mapa da França, incluindo 47 páginas, é inteiramente concluído. Trata-se da primeira cobertura cartográfica detalhada do país, especialmente desenvolvida para o motorista.
1929
Desenvolvimento do primeiro pneu para ferrovias proporcionando conforto, silêncio, aceleração e freios muito rápidos.
1930
Conseguida a patente do pneu com câmara de ar embutida, o percussor do pneu sem câmara.
1934
Introdução do pneu Confort Stop, com ranhuras de aderência que diminuíam os riscos de derrapagens em pistas molhadas.
1937
Criação do pneu para veículo de passeio chamado “Piloto”, com perfil mais alto melhorando sensivelmente a aderência na pista, mesmo em lata velocidade.
1938
Lançamento do Metalic, primeiro pneu destino a veículos pesados a unir a borracha ao fio de aço, resistindo muito melhor ao aquecimento e a cargas pesadas.
1965
Fabricação do primeiro pneu assimétrico (XAS), destinado aos automóveis superesportivos da época.
1982
Lançamento do XM+S 100, um pneu desenvolvido especialmente para o período de inverno.
1994
Atenção e respeito ao meio ambiente foram o ponto de partida para mais uma inovação da empresa, os Pneus Energy, que mantinham todas as qualidades de aderência e durabilidade dos pneus normais, mas com baixa resistência à rodagem, reduzindo muito o consumo de combustível.
1996
Instalação de máquinas, na sede em Clermont-Ferrand, com sistema C3M que oferece maior reatividade e flexibilidade nos processos industriais, permitindo a fabricação de pneus em grandes séries ou em séries reduzidas, quase "sob medida", respondendo assim a uma evolução da demanda do mercado.
1997
Surgia uma grande revolução: o Sistema PAX, conjunto pneu/roda, que permitia a mobilidade contínua; mesmo com o pneu vazio, podendo percorrer até 200 km a uma velocidade de 80 km/h.
Comercialização do Coraldo, primeiro pneu colorido para veículos de passeio.
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O famoso Bibendum
A idéia do boneco Bibendum (conhecido carinhosamente como BIB) teve início em fevereiro de 1893, na Conferência da Sociedade dos Engenheiros Civis, em Paris, em que ao defender as vantagens do pneu, André Michelin pronuncia uma frase que se tornará o lema da MICHELIN: “O pneu bebe o obstáculo”. Esta frase histórica seria bem aproveitada. No ano seguinte, durante a Exposição Universal e Colonial de Lyon, os dois irmãos Michelin notam, em seu estande, uma pilha de pneus de diversas dimensões, com um formato sugestivo. Edouard teria, então, dito a André: “Se tivesse braços, pareceria um homem”. Em breve, André se lembraria dessa frase. Em 1897, o desenhista Marius Rossillon apresenta aos irmãos diversos projetos publicitários. Entre eles, um esboço destinado a um bar-restaurante mostra um homem gordo levantando sua caneca de cerveja, sob a frase latina “Nunc est bibendum” (Está na hora de beber). Para a fértil imaginação de André Michelin, a frase evoca imediatamente sua fórmula “o pneu bebe o obstáculo”. Associando o gordo bebedor à imagem sugerida pela pilha de pneus em Lyon, ele encomenda um cartaz. Em 1898, segundo a idéia de André, foi criado um cartaz onde se via um imponente personagem formado de pneus, atrás de uma mesa, levantar uma taça cheia de cacos de vidro e pregos, dizendo, no momento de um brinde: “Nunc est bibendum”. Lembrando os raros donos de automóveis da época, o então chamado “boneco Michelin” ostenta, orgulhosamente, sinais de uma certa prosperidade econômica, tais como anel de brasão, charuto e uma inegável corpulência. Os óculos antigos foram inspirados em André Michelin. O verdadeiro batismo de Bibendum ocorre alguns meses mais tarde, durante a corrida Paris - Amsterdã - Paris. Ao ver passar André Michelin, o piloto Théry exclama: “Olha lá o Bibendum!”. O nome fica conhecido e, em pouco tempo, passa a denominar diretamente o boneco MICHELIN.Um dos personagens publicitários mais famosos do mundo está presente em campanhas, adesivos e até mesmo nos próprios pneus que a MICHELIN produz. Seu bom humor, a forma inusitada e a origem despertam tanta curiosidade que motivam artistas, jornalistas e até colecionadores no mundo inteiro. No ano 2000, ele foi eleito pelo jornal Financial Times e pela revista Report On Business, o melhor logotipo do mundo. As imagens abaixo mostram a evolução do personagem através de anúncios.
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Clique nas imagens abaixo para aumentar e poder salvar 5 diferentes papéis de parade do maior símbolo da marca MICHELIN.
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O guia vermelho
A história do famoso Guia MICHELIN começou em 1900, na Exposição de Paris, quando os visitantes recebiam gratuitamente um livrinho vermelho, com tiragem de 35 mil exemplares, distribuído pela MICHELIN. Na primeira página, uma pequena explicação de seu conteúdo: "Esse livro tenta fornecer aos automobilistas, que viajam pela França, informações úteis sobre serviços de assistência e reparação para o seu automóvel, indicações de postos de gasolina, bem com sobre onde encontrar alojamento (hotel), mapas, restaurantes e serviços de correio, telégrafo ou telefone". Na época, a empresa queria indicar aos pioneiros automobilistas onde encontrar oficinas e pousadas nas então perigosas e incertas viagens de carro. Era uma forma de estimular os motoristas a gastar pneus. Começou sendo distribuído gratuitamente aos motoristas. Isso até o dia em que um dos irmãos Michelin se deparou com uma pilha de guias no chão de uma oficina escorando uma mesa. Ficou uma fera e falou: “O ser humano só dá valor àquilo que paga”. Passou a ser cobrado. De 1904 a 1914, são criados, a partir do modelo Guia Michelin França, os guias estrangeiros para Europa, África e América. Em 1926 surge o primeiro guia turístico (da região da Bretanha) e o guia da condecoração estrela da boa mesa, surgindo assim o famoso sistema de estrelas para classificar os restaurantes. Este novo guia passa a ser impresso com sua tradicional capa verde em 1936. Com o tempo, outros países ganharam também edições próprias. Passava a ser publicado todos os anos, no mesmo dia, em todos os cantos do mundo, com tiragem de um milhão de exemplares. De tão corretas eram as informações publicadas no guia que os Aliados, antes da invasão da Normandia (em 1944), forneceram aos seus oficiais uma de suas edições, para facilitar a orientação, durante a libertação das cidades francesas ocupadas. O guia, com tiragem anual superior a 1 milhão de unidades comercializadas em 100 países, se transformou em uma das mais bem sucedidas estratégias de marketing da história.
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A marca no Brasil
No Brasil, a MICHELIN está presente comercialmente desde 1927 e a instalação da primeira fábrica da empresa em território nacional aconteceu em 1980, no Rio de Janeiro, para a produção de pneus para caminhões e ônibus. Hoje, conta com cerca de 5 mil funcionários, distribuídos em três unidades industriais, duas unidades agro-industriais, escritórios regionais por todo o país e uma rede de revendedores. Para a MICHELIN, o Brasil é um mercado estratégico para seus investimentos. Da extração do látex à produção final do pneu, a empresa mantém no País toda a cadeia produtiva na fabricação de pneus.
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A marca no mundo
A marca está presente em mais de 170 países ao redor do mundo, empregando cerca de 130 mil pessoas. Possuí ainda mais de 80 unidades fabris, localizadas nos cinco continentes, seis plantações de seringueiras localizadas no Brasil (2) e Nigéria (4), e um Centro de Tecnologia, onde trabalham 4 mil pesquisadores, com pólos na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, produzindo 200 milhões de pneus anualmente, numa vasta gama de produtos: do menor pneu de menos de 200 gramas até o maior com mais de cinco toneladas. As empresas do Grupo MICHELIN produzem também diariamente mais de 61.000 câmaras de ar, mais de 4 milhões de quilômetros de cabos, 96.000 rodas e 70.000 mapas e guias turísticos. Com participação de 20% no mercado global, cerca de 33% de seu faturamento provém dos Estados Unidos e outros 49% do continente europeu.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca MICHELIN.
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Você sabia?
A MICHELIN, cujo nome completo é Manufacture Française des Pneumatiques Michelin, equipa todos os tipos de veículos: da bicicleta ao ônibus espacial, passando pelo automóvel, caminhão, motocicleta, veículo de terraplenagem, metrô e avião.
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NINTENDO

Mario Bros. DS. GameCube. Luigi. Wii. GameBoy. Zelda. Este é o universo NINTENDO. Além é claro, criatividade, inovação e uma boa dose de inteligência, características que a marca provou ter de sobra. A NINTENDO tem como principal marca a ousadia, característica que certamente determinou seu sucesso e a fez sair ilesa até mesmo de crises que já atingiram o setor de videogames.
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A história
Tudo começou em 1889, quando Yamauchi Fusajiro fundou a empresa com o nome Nintendo Koppai na cidade de Kyoto para produzir “hanafuda”, um tipo de jogo de cartas que acabou ficando popular no Japão. Fusajiro também começou a trabalhar com outros tipos de cartas, e o negócio foi se expandindo, tanto que, em 1907, uma parceria com uma empresa de distribuição foi fechada para aumentar o alcance dos produtos no Japão. No ano de 1929, o mestre decidiu se aposentar e passou o controle da empresa para Sekiryo Kaneda, marido de sua única filha, Tei Yamauchi. Em 1933, depois de passar por uma enorme reestruturação, a empresa acabou se mudando para um prédio maior, construído ao lado do primeiro. A mudança também atingiu o nome da empresa, que passou a se chamar Yamauchi Nintendo & Co. A NINTENDO seguiu seu ritmo de crescimento, até que, em 1947, Sekiryo Yamauchi criou a firma Marufuk Co. Ltd. para aumentar a circulação das novas cartas da empresa, especialmente as do tipo ocidental. Mas, em 1949, Sekiryo Yamauchi sofreu um derrame cerebral e, em seu leito, chamou seu neto Hiroshi, de apenas 21 anos, para convidá-lo a assumir o comando da empresa. E por que Hiroshi foi chamado, e não o seu pai, como manda a tradição? Por um motivo muito simples: Shikanojo Inaba, pai de Hiroshi, abandonou a família. O jovem aceitou o desafio e, logo de início, demonstrou ter um estilo agressivo nos negócios, tanto que chegou a investir em empreendimentos em nada relacionados com o mercado explorado pela NINTENDO, como uma frota de táxis e uma rede de hotéis. Mas, isso não quer dizer que Hiroshi deu menos atenção à empresa que herdou, pelo contrário. Em 1951 alterou o nome da companhia para Nintendo Karuta e, no ano seguinte, mudou a sede da empresa para um lugar maior. Suas decisões não pararam por aí. Uma delas significou muito à NINTENDO, quando fechou uma parceria com a Disney para comercializar cartas com desenhos de famosos personagens.
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O estilo empreendedor de Hiroshi fez com que a NINTENDO, em 1969, entrasse para o ramo dos jogos (isto é, passasse a se dedicar não apenas às cartas), época em que a empresa já se chamava Nintendo Company (essa mudança aconteceu em 1963). Foi nesse período que a empresa expandiu seus segmentos de atuação e foi quando Hiroshi conheceu Gunpei Yokoi, um gênio que passou a criar brinquedos que fizeram muito sucesso, entre eles, um braço mecânico chamado "Ultra Hand" e a linha "Kousenjuu", composta por "armas de luz". Na década de 1970, jogos eletrônicos como Space Invaders e Pong estavam fazendo sucesso. De olho nesse mercado, a NINTENDO fechou parceria com a empresa Magnavox para comercializar uma versão do console Odyssey. Porém, esse videogame não vendeu tanto quanto o esperado. A NINTENDO então decidiu investir no desenvolvimento de consoles mais atrativos e, através de uma parceria com a Mitsubishi, lançou em 1977 o Color-TV Game, uma série de adaptações do jogo Pong (que simulava um tênis de mesa).
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Mas, foi em 1980 que a a empresa fincou, definitivamente, sua bandeira no mundo dos games. Além de ter sido o ano em que a empresa chegou aos Estados Unidos, foi o ano em que Gunpei Yokoi lançou o Game & Watch, um console portátil de um único jogo cuja tela contém impressa o cenário do jogo. Lançado em várias versões, o Game & Watch fez muito sucesso, fazendo com que seu criador recebesse o merecido reconhecimento. Este console teve aproximadamente 60 versões, isso porque cada versão continha um jogo diferente e todos eram relacionados em categorias como Silver, Gold, Wide Screen e Multi Screen. O ano de 1977 também marcou a chegada de um dos mais importantes nomes da Nintendo: Shigeru Miyamoto. Contratado pela empresa após se formar em Design Industrial, teve como principal função, no início, ajudar no desenho do exterior de arcades (máquinas de jogos conhecidas no Brasil como fliperamas). Se a Nintendo chegou aos Estados Unidos em 1980, certamente é porque tinha a intenção de explorar o mercado americano. Para isso, lançou um arcade para concorrer com as máquinas da Atari, que faziam muito sucesso: trata-se do jogo Radarscape. O game fez sucesso no Japão, mas não nos Estados Unidos. Ao se dar conta disso, Hiroshi Yamauchi não desanimou e, vendo que suas principais cabeças estavam ocupadas, acabou convidando Shigeru Miyamoto para aproveitar a plataforma do Radarscape e lançar algo mais atraente. Isto resultou na criação de um jogo chamado Donkey Kong. A história desse game era simples: um gorila havia seqüestrado uma moça e cabia ao seu (suposto) namorado salvá-la, um "homenzinho" bigodudo chamado Jumpman. No início, o jogo foi visto com cerca desconfiança pela equipe da NINTENDO americana, mas não demorou para fazer bastante sucesso. Daí em diante a NINTENDO lançou inúmeros sucessos no mercado, desde os tradicionais consoles até jogos inesquecíveis.
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A linha do tempo
1983
Lançamento do NES (Nintendo Entertainment System), chamado de Famicom no Japão e carinhosamente apelidado de “Nintendinho” no Brasil, um console de 8 bits. Foi o primeiro a aceitar cartuchos de variados jogos. Foi certamente um marco para a história da NINTENDO, pois foi esse videogame que deu vida a jogos como Metroid, Zelda e Super Mario Bros. Depois de muito sucesso, só parou de ser fabricado em 1996, com mais de 60 milhões de unidades vendidas.
1989
Surgimento do Game Boy, uma grande inovação para o mercado. Esse console portátil tinha tela LCD monocromática e processador de 8 bits. Assim como o NES, aceitava jogos variados por cartuchos, além de permitir disputar partidas com até quatro jogadores através de um cabo especial. Seu jogo de maior sucesso foi o clássico Tetris. O Game Boy é comercializado até hoje através de novas versões.
1990
Lançamento do SNES (Super Nintendo Entertainment System), sucessor do NES e grande sucesso de mercado. Equipado com processador de 16 bits, ferozmente o mercado de games com o rival Sega Mega Drive. Também contou com jogos marcantes, como o Super Mario World e a série Donkey Kong Country (que continha uma excelente estrutura gráfica). O SNES vendeu cerca de 57 milhões de unidades e recebeu lançamentos regulares de jogos até 1997.
1994
Lançamento do Virtual Boy, o maior fracasso da empresa. O console tinha como novidade a capacidade de representar imagens em 3D, ainda que monocromáticas. Ao invés de projetar as imagens em uma tela de TV, o fazia em um dispositivo que lembrava vagamente um óculos. Mas o console tinha vários problemas, entre eles: causava dor de cabeça ao jogador, necessitava de uma base para ser apoiado, podia ser danificado facilmente, o fundo das imagens era escuro e havia poucos jogos disponíveis.
1996
Lançamento do Nintendo 64, sucessor natural do SNES. O número em seu nome faz alusão ao fato desse console ser de 64 bits. Seus principais diferenciais eram a capacidade de processamento gráfico 3D, capacidade de conexão de até quatro joysticks, botão analógico neste último, além de um botão posicionado como gatilho na base inferior do controle. O Nintendo 64 também deu vida a jogos marcantes, como The Legend of Zelda: Ocarina of Time, GoldenEye 007 e, claro, Super Mario 64. Apesar de não ter sido um fracasso, o Nintendo 64 não vendeu tão bem quanto o NES e o SNES, principalmente por ter tido menos jogos. O Nintendo 64 vendeu cerca de 30 milhões de unidades no mundo todo.
A NINTENDO lançou uma versão melhorada do Game Boy Classic. O Game Boy Pocket era mais fino que o primeiro, consomia menos energia (exigindo apenas duas pilhas AAA contra 4 pilhas AA de seu antecessor) e tinha uma tela mais nítida.
1997
Lançamento do Game Boy Light, portátil que possuía características semelhantes à versão Pocket, com o diferencial de ter uma tela com iluminação própria. O Game Boy Light só foi vendido no Japão.
1998
Lançamento do Game Boy Color (GBC) e, como o próprio nome diz, sua principal característica era rodar jogos em cores. Além disso, também contava com hardware mais poderoso e áudio melhor que de seus antecessores. Essa versão contou com cerca de 230 jogos exclusivos e vendeu mais de 50 milhões de unidades.
2001
Lançamento do GameCube, sucessor do Nintendo 64. Em formato de cubo (daí o nome), esse foi o primeiro console da NINTENDO a trabalhar com uma mídia óptica - utiliza um tipo de mini-DVD baseado em uma tecnologia da Matsushita (Panasonic). Outra característica importante desse console era sua capacidade gráfica, muito superior ao do Nintendo 64. Seu joystick também contava com inovações: tinha um desenho feito para se adaptar facilmente às mãos e contava com um recurso vibratório, deixando os jogos mais interessantes. A NINTENDO também lançou uma versão especial do controle que funcionava por conexão wireless, isto é, sem fio. Apesar de ser um bom console, o GameCube não conseguiu desbancar seu principal concorrente, o PlayStation 2. O videogame deixou de ser fabricado no início de 2007 e vendeu cerca de 21 milhões de unidades.
Lançamento do Game Boy Advance (GBA), evolução da linha Game Boy. Esse portátil oferecia várias novidades em relação às versões anteriores: formato físico mais moderno, tela maior, capacidade de exibir mais de 32 mil cores, processador de 32 bits, áudio melhorado e cartuchos menores. O console foi um verdadeiro sucesso vendendo mais de 75 milhões de unidades.
2003
Lançamento do Game Boy Advance SP, uma versão melhorada do GBA. O ‘SP’ aparentemente vem da palavra inglesa "special", mas não se tem certeza disso. O principal diferencial está em seu formato físico: o aparelho é dobrável, no mesmo estilo de um laptop, característica que facilita seu transporte e ajuda a proteger a tela. Outra novidade interessante é o fato do portátil utilizar uma bateria recarregável ao invés de pilhas. A versão vendeu quase 40 milhões de unidades no mundo inteiro.
2004
Lançamento do Nintendo DS (o DS vem de Dual Screen ou de Developers' System) que tem como característica duas telas, sendo a inferior sensível ao toque (o portátil é acompanhado de uma caneta Stylus para uso nessa tela). Além disso, o console é dobrável, possui microfone, é alimentado por bateria recarregável e tem capacidade gráfica similar ao Nintendo 64. O Nintendo DS também se destaca por ter conexão WiFi. Com isso, basta se aproximar de alguém que também possui o portátil para iniciar, facilmente, uma disputa em rede. Essa característica também permite navegar na internet pelo console, tanto que a Opera Software lançou uma versão de seu navegador para o Nintendo DS. O console já vendeu cerca de 37 milhões de unidades.
2005
Lançamento do Game Boy micro (a palavra micro é toda em letras minúsculas mesmo), a segunda versão melhorada do GBA. Suas principais características são: tamanho reduzido (é o menor videogame da NINTENDO), leveza (pesa cerca de 80 gramas), tela melhorada, frente trocável (isto é, que aceita várias capas) e suporte nativo a fones de ouvido (recurso inexistente no GBA SP). O console já vendeu cerca de 1.8 milhão de unidades.
2006
Lançamento do Nintendo DS Lite, a versão portátil do modelo Nintendo DS. Em relação à versão anterior, o console tem tela mais nítida, tamanho reduzido e formato físico "clean". A versão já vendeu 20 milhões de unidades.
Lançado em 19 de novembro nos Estados Unidos e no Japão em 2 de dezembro, o Nintendo Wii, console sucessor do GameCube, se tornou a grande vedete do mercado de videogame. A grande atração é seu joystick revolucionário: o Wiimote. Em formato de controle remoto, esse joystick não tem fio e sua jogabilidade está nos movimentos do usuário, isto é, o jogador precisa fazer movimentos com o braço para jogar, simulando os gestos de uma luta de espadas ou de uma disputa de tênis, por exemplo. O controle também é capaz de vibrar, tem uma saída de áudio, pode ainda receber vários acessórios extras. O console roda jogos através de um tipo de DVD, mas também é capaz de executar jogos dos seus antecessores através de um serviço on-line onde o jogador pode baixá-los. O videogame conta com 512 MB de memória interna, e essa capacidade pode ser expandida por meio de cartões SD. Por levar a sério o fator diversão, o Nintendo Wii tem sido muito bem recebido, até mesmo por pessoas não habituadas aos jogos eletrônicos, vendendo 6 milhões de unidades nos primeiros 6 meses de vida, ganhando - até o momento - a “batalha” com as gigantes Sony (Playstation) e Microsoft (XBOX 360).
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Mario Bros.
O personagem que se transformou em símbolo do videogame, surgiu em 1981. Tudo começou quando Shigeru Miyamoto passou a integrar a equipe da NINTENDO. Dirigiu o trabalho de criação da versão arcade de game Donkey Kong, jogo em que o baixinho bigodudo apareceu pela primeira vez ainda sem nome. Ele era chamado simplesmente de "Jumpman", ou, o "homem que pula", e enfrentava o gorila gigante que dá nome ao jogo. Para ficar reconhecível mesmo com poucos pixels, o personagem ganhou chapéu, bigode e suspensório. Somente em Donkey Kong Jr., de 1982, Mario recebeu oficialmente seu nome. O presidente da Nintendo da América o batizou em homenagem ao dono do primeiro depósito da empresa, Mario Segali. No início, Mario era um carpinteiro, mas logo se transformou em encanador. Ganhou jogo próprio e um irmão, Luigi, em 1983 com o lançamento do jogo "Mario Bros.". O personagem tornou-se mascote oficial da NINTENDO em 1985, quando foi lançado o jogo "Super Mario Bros.", que se tornou o título mais vendido da história, com mais de 40 milhões de cópias, imortalizando o personagem bigodudo da NINTENDO. O jogo é considerado o melhor da história pelos fanáticos jogadores no mundo. A popularidade de seus jogos e o crescimento da indústria dos games tornaram o mascote da NINTENDO mais famoso que Mickey Mouse, segundo pesquisa feita em 1991. Em 9 de dezembro de 2003, o baixinho foi escolhido para integrar o Museu de Cera de Hollywood, em companhia de outros personagens lendários como Jason de "Sexta-Feira 13", Neo de "Matrix" e a Lara Croft protagonizada por Angelina Jolie. Outros personagens da série são: Bowser (o grande vilão), Princess Peach (a princesa do reino dos cogumelos), Toad (um cogumelo servo da princesa Peach), Wario (o anti-Mario), Waluigi ( a versão maligna de Luigi), Yoshi (uma espécie de dinossauro), entre outros. Os jogos do personagem já venderam quase 200 milhões de unidades.
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Os slogans
Now you're playing with power!
(1986)
The best play here! (1992)
Play it loud! (1994)
Get N or get out. (Nintendo 64 – 1996)
Who are you? (2002)
Touching is good. (Nintendo DS - 2003)
Wii would like to play. (Nintendo Wii - 2006)
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O valor
Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca NINTENDO está avaliada em US$ 7.73 bilhões, ocupando a posição de número 44 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
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A marca no mundo
A NINTENDO comercializa seus produtos em mais de 120 países ao redor do mundo. A empresa já vendeu mais de 1 bilhão de videogames. É a quinta maior empresa em valor de mercado do Japão, sendo cotada em US$ 72 bilhões.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca NINTENDO.
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Você sabia?
A NINTENDO também é conhecida como Big N.
Na Coréia do Sul, o NES recebeu o nome de Hyundai Comboy, pois na época havia uma lei que proibia a comercialização de produtos japoneses no país.
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Visite: www.nintendo.com

TYLENOL

Dor de cabeça. Febre. Dor de dente. Cólicas. Sinusite. Gripe e resfriado. Provavelmente muitas pessoas ao redor do mundo tomarão um pequeno comprimido vermelho e branco chamado TYLENOL. Afinal, dificilmente uma residência não tenha o remédio guardado no armário.
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A história
Em 1955 o laboratório McNeil, fundado em 1879, introduziu no mercado americano o Tylenol Elixir for Children, um analgésico e antitérmico em xarope para crianças, que não continha os princípios ativos da Aspirina, e sim Paracetamol. O lançamento se deu em uma época crucial em que havia a possibilidade de associação da Aspirina com a síndrome de Reye’s, uma doença degenerativa que ataca o cérebro e o fígado, fazendo com que os médicos receitassem TYLENOL, através de prescrição médica, em vez de Aspirina. O nome do novo medicamento derivava de seus compostos químicos: N-acetyl p-aminophenol (APAP). O produto rapidamente se tornou um grande sucesso perante o consumidor, sendo introduzido no mercado inglês (1956) e canadense (1957). Em 1959, o laboratório foi comprado pela gigante Johnson & Johnson em uma das maiores aquisições do ano. Nesta época, TYLENOL, que já podia ser comprado sem prescrição médica, tinha desenvolvido e conquistado uma reputação diante do consumidor como sendo um produto seguro, eficaz e que as pessoas podiam confiar. Somente em 1961 o TYLENOL para adultos foi lançado no mercado. Com o passar do tempo a linha de produtos foi aumentando com o lançamento de inúmeros tipos do remédio. TYLENOL alcançou o posto de analgésico mais vendido no mercado americano em 1976 e três anos depois se tornou o produto mais vendido na categoria saúde e beleza, ultrapassando a pasta de dente Crest. Em setembro de 1982, o produto enfrentou sua mais grave crise, quando um desconhecido abriu cápsulas do remédio (Extra Stregth Tylenol) e introduziu Cianeto, colocando em seguida para serem vendidas novamente.
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Sete pessoas morreram na cidade de Chicago. Quando a primeira pessoa faleceu, a Johnson & Johnson divulgou um comunicado, pela imprensa, alertando sobre o fato. Porém, quando as demais mortes foram confirmadas, a empresa comandada por James Burke, decidiu em conjunto com o Federal Drug Administration (FDA), retirar o produto do mercado (cerca de 31 milhões de vidros do analgésico), causando um prejuízo de US$ 150 milhões para a Johnson & Johnson. Porém, acredita-se que as perdas da empresa tenham chegado a US$ 1.5 bilhões. Nesta época, TYLENOL era o remédio mais vendido nos Estados Unidos e sua participação de mercado caiu imediatamente de 35% para 8%. A forma como a empresa lidou com o problema, fez com que 90% dos consumidores achassem que a Johnson & Johnson foi uma mera vítima do incidente. Depois deste grave incidente, a empresa relançou o produto com embalagens mais seguras e com lacres. Um ano depois, TYLENOL estava novamente na liderança de seu segmento. Em 1986, uma mulher da cidade de Nova York morreu ao ingerir o produto, que tinha sido novamente envenenado com Cianeto. A empresa novamente teve que contornar uma crise envolvendo o produto. Uma frase dizendo “Do not use if red neck wrap or foil inner seal is broken” foi impressa em todas as embalagens de TYLENOL. Com as medidas tomadas e o aumento da segurança do produto, a marca venceu mais este desafio, tornando-se um produto confiável e líder de mercado.
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A linha do tempo
1957
TYLENOL em gotas infantil é introduzido.
1961
● TYLENOL Regular Strength
para adulto é introduzido na versão comprimido.
1963
TYLENOL com codeína é lançado no mercado.
1972
TYLENOL infantil em comprimidos mastigáveis é introduzido.
1975
● Extra Strength TYLENOL
em cápsulas é introduzido. Essa versão, mais forte que a original, continha dosagem de 500 miligramas. No ano seguinte já estaria disponível em comprimidos e em 1978 na versão gotas.
1982
● TYLENOL Sinus
, remédio específico para sinusite é introduzido.
1983
● Jr. Strength TYLENOL
, remédio especificamente formulado para crianças entre 6-11 anos. A versão em comprimidos mastigáveis seria lançada somente em 1990.
1988
● Extra Strength TYLENOL
em cápsulas de gel, uma forma inovadora de dosagem.
1989
● TYLENOL Allergy Sinus
, remédio específico para sinusite e alergias.
1991
● TYLENOL Cough
específico para tosse é introduzido.
1992
● TYLENOL PM, remédio com ação prolongada para uma noite tranqüila de sono.
● TYLENOL Extended Relief, especificamente formulado para ter ação prolongada, especialmente indicado para artrite. Passaria depois a se chamar TYLENOL Arthritis Pain.
2000
● TYLENOL Menstrual Relief
, especificamente formulado para cólicas menstruais e outras dores antes ou durante o período menstrual. Este produto atualmente tem o nome de TYLENOL Women’s.
2003
● TYLENOL 8 Hours
, remédio especificamente formulado para dores musculares, tensões e dores ativas. Sua ação é rápida e prolongada.
2005
● TYLENOL Ultra, remédio com 500 miligramas e com 65 gramas de cafeína.
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Os slogans
Tylenol. The pain reliever hospitals use most.
Trust Tylenol. Hospitals do.
For relief you can trust.
Push through the pain.
Stop and Think Tylenol.
(2004)
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A marca no mundo
A marca TYLENOL vende seus produtos em mais de 100 países, sendo o analgésico e antitérmico mais vendido do mundo, com faturamento superior a US$ 2 bilhões por ano. No mercado americano TYLENOL está disponível em mais de 55 versões.
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Você sabia?
Nos Estados Unidos, TYLENOL é a marca mais lembrada na categoria de saúde, sendo uma das mais fortes e confiáveis no mundo inteiro.
Desde seu surgimento já foram consumidos mais de 250 bilhões de comprimidos.
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26.9.07

PORSCHE

Um mito que se materializa em cada ronco de motor, que a concorrência tenta copiar mas não consegue, em cada linha arrojada no desenho, cada detalhe de desempenho e segurança. Assim é a PORSCHE, marca mais bem sucedida e vedete do setor automobilístico mundial da atualidade. Toda a energia que existe na marca se revela sob forma de fascínio e paixão. Só um verdadeiro PORSCHE pode ser tão atraente a ponto de ostentar esse símbolo.
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A história
A trajetória da PORSCHE não começa com o primeiro carro esporte construído em 1948. Suas raízes datam do começo do século 20, quando o jovem engenheiro e piloto de teste austríaco Ferdinand Porsche apresentou seus primeiros projetos de design dentre eles um carro com motor elétrico, chamado de Lohner-Porsche, apresentado na exposição de Paris em 1900. O eixo de roda inventado pelo jovem engenheiro começava então a fazer o nome PORSCHE famoso no mundo inteiro. Em 1928 Ferdinand Porsche já fazia parte da equipe de engenheiros responsáveis pelo desenvolvimento dos legendários Mercedes SS e SSK. Finalmente, no ano de 1931 fundou o escritório de engenharia PORSCHE (Porsche Engineering) na cidade de Stuttgart na Alemanha. Desenvolveu projetos importantes para a percussora da Volkswagen na década de 30. Em 1938, sob sua direção, foi construída na cidade de Wolfsburg na Alemanha a primeira linha de montagem da Volkswagen, responsável pelo projeto Type 60, que viria a ser conhecido como o popular Fusca ou Käfer, em alemão. Com o advento da Segunda Guerra Mundial os projetos foram suspensos e o carro só começou a ser produzido em série no ano de 1946. Em 1948, Ferdinand Porsche Júnior (filho de Ferdinand), e conhecido carinhosamente como Ferry, construiu a partir do Volkswagen um carro esportivo em Gmünd na Áustria, com o nome de Cisitalia. Nascia assim o primeiro carro esportivo do mundo, o 356, um roadster extremamente leve produzido em alumínio. O número fazia alusão ao fato deste ser o 356° projeto do escritório de design PORSCHE. Finalmente, em 8 de junho, o primeiro carro levando o nome PORSCHE, denominado modelo 356/1, desenvolvido por Ferry Porsche e sua equipe, recebe homologação oficial. Em 1949 é apresentado o carro de corrida PORSCHE Cristalia 360 no salão do automóvel de Turim, tendo 1493cc, tração nas quatro rodas e velocidade máxima de 300km/h.
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A PORSCHE muda seus escritórios para a cidade alemã de Zuffenhausen, próximo a Stuttgart, somente em 1950, quando oficialmente passa a ser uma fábrica de automóvel independente. Assim começa um novo capítulo na história da marca. Nos galpões alugados da Reutter, uma fabricante de carrocerias, a produção foi aprimorada. O ano de 1951 é marcado por tristezas e alegrias: primeiro com a morte de Ferdinand Porsche, aos 75 anos devido a complicações de um enfarte, e segundo com a vitória do PORSCHE 356 nas 24 horas de Le Mans, a primeira vitória internacional da marca em corridas. Esta década confirmaria a evolução da marca PORSCHE com o lançamento, em 1953, do motor Fuhrmann para o Porsche 550 Spyder, com 1.5 litros , 4 cilindros e 110 hp; a primeira aparição da montadora na F-1, no GP da Alemanha de 1957, utilizando o modelo 550 RS, com o italiano Umberto Maglioli e o alemão Edgard Barth; além da comemoração do 25º aniversário da marca, quando o PORSCHE 356 de número 10.000 foi produzido e apresentado no hall da fábrica. Nesta altura, a PORSCHE já somava 400 vitórias em corridas internacionais. Uma década depois do lançamento do modelo 356, mais de 25.000 unidades foram produzidas. Até o final da série, em 1965, estima-se que foram feitos 77.361 unidades deste modelo. Em 1969 ocorreu a apresentação no Frankfurt Motor Show dos modelos 914-4 e 914-6, dois carros de competição com motor central. Nesta época, a PORSCHE vence pela segunda vez o campeonato mundial de carros de fábrica e, pelo segundo ano consecutivo, o PORSCHE 911 vence o rali de Monte Carlo. Em 1971 foi inaugurado o Centro de Desenvolvimento e de Produção em Weissach, que viria a ser o coração nervoso da empresa. No ano de 1989 a PORSCHE introduziu uma tecnologia revolucionária no setor automobilístico: o sistema Tiptronic de câmbio com quatro velocidades, operado manualmente ou como transmissão automática, lançado na linha 911 Carrera 2. Pouco tempo depois, outro conceito inovador era introduzido no mercado: o carro-conceito Boxster, apresentado no Detroit Auto Show.
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Em 1992 quando todos pensavam que a montadora seria comprada por um grande grupo, chega à presidência da PORSCHE o Dr. Wendelin Wiedeking. O quadro era preocupante: a produção tinha tornado-se pouco lucrativa e os produtos fracos. O maior exemplo da ineficácia da montadora: em janeiro de 1991 foram vendidos somente três carros nos Estados Unidos, atingindo o ponto mais baixo das vendas da marca no país. Ele trouxe para a central de Zuffenhausen assessores japoneses da Kaizen que reorganizaram a produção; fases inteiras de trabalho foram eliminadas, os seis níveis hierárquicos foram reduzidos a quatro; o quadro de executivos sofreu uma redução de 38%; e adotou as jornadas de trabalho flexíveis. Uma parte dos planos de saneamento foi a introdução de estruturas flexíveis e a redução dos custos. Por outro lado, os invendíveis 928 e 968 não foram mais produzidos, dando-se início ao desenvolvimento de um novo modelo. Em apenas quatro anos surgiu o novo Boxster. O protótipo foi recebido com entusiasmo no Detroit Motor Show de janeiro de 1997. Dr. Wiedeking, um ”workaholic”, deu novo impulso à montadora. Tem-se a impressão de que a meta é sempre a mesma: aumentar a produção, o faturamento, os lucros e a cotação das ações. O resultado é que a PORSCHE jamais construiu e vendeu tantos carros como nos últimos anos. Recentemente, a PORSCHE tornou-se o principal acionista (30% das ações) do Grupo Volkswagen, e analistas prevêem que não irá demorar para a montadora de Stuttgart comprar a gigante alemã. Foi desta forma que a marca tornou-se sinônimo de ousadia, esportividade e luxo, posicionando seu principal produto como um automóvel cheio de exclusividade. Inovações na construção de carros esportivos e notáveis desenvolvimentos alcançados pela PORSCHE sempre tiveram um efeito marcante na indústria automobilística, mesmo em montadoras concorrentes.
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A linha do tempo
1963
No salão do automóvel de Frankfurt, a PORSCHE apresenta seu modelo de maior sucesso, o lendário PORSCHE 911, uma obra-prima projetada por Ferdinand Alexander Porsche. Um design para a eternidade. O conceito de um motor traseiro refrigerado a ar estava de volta neste modelo. Foi lançado inicialmente com o nome de 901, mas devido aos direitos comerciais adquiridos pela Peugeot, teve que alterar o nome. Sua produção começou no ano seguinte.
1966
Entra em produção o PORSCHE 911 Targa, aquele que foi considerado o conversível seguro, devido ao seu teto rebatível em vidro.
1970
O PORSCHE 917 (motor boxer de 4.5 litros e 12 cilindros) é apresentado pela primeira vez ao público em Genebra, na Suíça.
1974
Lançado o PORSCHE 911 Turbo começando uma nova era no segmento de carros esportivos com turbo compressores.
1975
Lançamento do PORSCHE 924, o primeiro carro esporte com eixo transversal. O carro tinha motor na frente e tração e transmissão na traseira.
1977
Início da produção do modelo PORSCHE 928, conhecido como “o grande PORSCHE”, equipado com Motor V 8 em aço leve e configuração de eixo transversal. Foi o único carro esportivo do mundo a ganhar o título de “Carro do Ano” até os dias de hoje.
1982
O PORSCHE 956, maior sucesso entre os carros de competição de todos os tempos, começava sua vitoriosa carreira.
1985
Lançamento do PORSCHE 959, um marco da nova tecnologia. Um número limitado deste modelo foi construído. Em 1986, este foi o primeiro esportivo a vencer o Rali Paris-Dakar.
1991
Todos os modelos passam a contar com airbag frontal para o motorista e passageiro como itens de série.
1995
Apresentação do novo PORSCHE 911 Turbo com seu motor bi-turbinado, sendo o primeiro carro do mundo equipado com o sistema de computação de bordo, chamado “on board diagnosis II”. Era o carro com a menor taxa de emissões de poluentes de todos os veículos de série do mercado graças ao EBD II, um sistema de controle de emissões de dióxido de carbono.
Nesse mesmo ano é lançado o PORSCHE 911 GT2, em edição limitada, até então o PORSCHE mais potente construído para estrada.
1996
Início da produção do novo PORSCHE Boxster, um roadster de motor central, após três anos e meio de desenvolvimento. A PORSCHE estabeleceu uma produção anual de 15.000 unidades. A montadora, recentemente, comemorou a produção da 200.000ª unidade do modelo. O carro histórico, um Boxster S cinza metálico, saiu da linha de montagem da Valmet Automotive (parceira da PORSCHE) em Uusikaupunki, na Finlândia, e foi comprado por um cliente dos Estados Unidos. O mercado mais importante para o PORSCHE Boxster é a América do Norte com 40% das vendas, seguido pela Alemanha com 20%.
2000
Lançamento do PORSCHE Carrera GT, inspirado no modelo de corrida, o PORSCHE GT1, que venceu em 1998 as 24 Horas de Le Mans. O modelo era equipado com um belo motor V10 de 612 cavalos, de som extremamente agudo e inconfundível.
2003
O PORSCHE Cayenne, um dos lançamentos mais polêmicos da montadora em toda sua existência, foi introduzido no mercado. Depois de alguns anos de desenvolvimento, a marca alemã apresentou sua interpretação para o conceito de veículo utilitário esporte ou SUV (sport utility vehicle). Hoje em dia o modelo é apontado como um dos principais fatores para o sucesso atual da montadora.
2005
Lançamento do PORSCHE Cayman, um esportivo de dois lugares baseado na série Boxster e equipado com motor boxer recém-desenvolvido, de 3.4 litros e potência de 295 cv. Esse conjunto é responsável por um desempenho que atinge velocidade máxima de 275 km/h.
2009
Um novo sonho. É na fábrica de Leipzig que a PORSCHE vai construir o seu futuro coupé de quatro portas: o Panamera. Com o início de produção marcado para 2009, o novo modelo será montado na fábrica, após a construção da sua carroçaria pela VW, em Hannover. O espaço destinado à produção de um dos mais ousados PORSCHE, obrigará a um investimento de cerca de 120 milhões de euros e ocupará uma área de 25 mil metros quadrados. Com expectativa de vendas em torno de 20 mil unidades por ano, a PORSCHE aposta muito no modelo.
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A marca
O que é a marca PORSCHE? Para a prestigiada revista econômica americana Business Week é a melhor empresa européia. Para os analistas dos grandes bancos, a menor montadora independente do mundo e também a empresa de maior lucratividade. Em uma recente pesquisa da revista Manager Magazin, 2.500 gerentes alemães elegeram a PORSCHE como a empresa de maior prestígio na Alemanha. Nos Estados Unidos, justamente o maior mercado da marca no mundo, a PORSCHE foi premiada com o primeiro lugar em uma pesquisa sobre a marca de automóvel de luxo com mais prestígio entre o público de alta renda do país. Isto é a marca PORSCHE.
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PORSCHE Club
A marca PORSCHE é um mito, um nome associado ao desejo, ao sucesso, à tecnologia, uma paixão. Paixão esta que motivou os aficionados por esta marca a estabelecerem um intercâmbio de informações, atividades e estilo de vida em comum. Este intercâmbio se traduz em uma entidade chamada Porsche Club, que agrega mais de 110.000 membros em 510 instituições no mundo todo. No Brasil, o clube iniciou suas atividades após a reunião de alguns amigos, no dia 5 de novembro de 1997. A missão do clube é proporcionar aos proprietários de automóveis da marca atividades em que possam usufruir da capacidade esportiva, performance e tecnologia de seu automóvel, com toda a segurança e dentro de um ambiente familiar. Quase dez anos após seu estabelecimento, o Porsche Club Brasil conta com pouco mais de mil associados, sendo o maior da América Latina.
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As fábricas
A montadora alemã tem sua sede principal localizada em Zuffenhausen, nas cercanias de Stuttgart, na Alemanha. É neste complexo que está localizado s sistema nervoso do progresso da PORSCHE: o centro de pesquisa e desenvolvimento. O centro administra cerca de 3.550 patentes válidas mundialmente. Todos os anos, a esse número, são acrescidos mais 100 novas patentes. Clique na imagem abaixo para ver fotos da fábrica.
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Este monumental complexo também abrigará o Neues Porsche Museum (Novo Museu Porsche), com inauguração prevista para 2008. No novo museu, a tradição de uma das marcas automobilísticas mais inovadoras ganhará vida em um empreendimento que representa o mais espetacular projeto de arquitetura feito pela empresa até hoje. O museu terá um custo de 50 milhões de euros e certamente vai atrair a atenção, devido ao projeto arrojado, baseado nos desenhos do escritório austríaco de Delugan Meissl, devendo atrair anualmente mais de 200 mil visitantes.
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A segunda fábrica, localizada em Leipzig, na antiga República Democrática Alemã, que foi inaugurada no dia 20 de agosto de 2002, ao custo de 127 milhões de euros, com capacidade de produzir 25.000 unidades anuais. Em um edifício em forma de diamante, com uma arquitetura que é o mais puro DNA da PORSCHE, estão abrigados os escritórios administrativos, a área de atendimento personalizado; um auditório; uma loja onde se encontram quase todos os artigos de merchandising, tanto da própria PORSCHE, como da Porsche Design; um restaurante para os clientes; e um pequeno museu, onde estão expostas "jóias raras" que fazem parte do seu rico acervo histórico. Além disso a fábrica de Leipzig, incorpora o que há de mais moderno na indústria automotiva, incluindo um local especial para testes com pista de asfalto e off-road, bem como um maravilhoso centro de atendimento a clientes. A fábrica marca o ponto final de um integrado e ultramoderno processo de produção: a montagem do Porsche Cayenne. Porém, a parte mais emocionante da fábrica é o Porsche Driving Experience. Junto às instalações existem duas pistas exclusivas da montadora, uma delas de Off-Road, com seis 6km de distância e cerca de quinze diferentes obstáculos: rampas com inclinações de 60%, com maior e menor aderência; seqüências de lombadas; fossos com água; e rampas com inclinação lateral, entre outros. A outra pista conjuga partes dos mais famosos circuitos mundiais como Laguna Seca, Monza, Spa-Francochamps e Nurbürgring em uma extensão de 3.7km.
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O design
A relação da PORSCHE com o design sempre foi extremamente forte. Aliás, o DNA da marca sempre foi seu design exclusivo e ousado. Tanta importância resultou na fundação do estúdio Porsche Design, criado por Ferdinand Alexander Porsche (neto do fundador da empresa), em 1972 na cidade austríaca de Zell am See, que rapidamente tornou-se um nome de ponta nas áreas de desenho industrial, itens de luxo e bens de consumo. Desde então, os seus produtos (que englobam, além dos produtos automobilísticos, malas, relógios, óculos, canivetes, chaveiros, canetas, telefones celulares, cafeteiras, tênis, roupas, entre outros itens) tornaram-se um verdadeiro exemplo de funcionalidade intemporal e de inovação técnica. Um exemplo disso é um cachimbo que esbanja charme, produzido com a raiz de urze branca, uma espécie de arbusto raro, com número de série e guardado em uma caixa especial para não arranhá-lo.
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O logotipo
O logotipo da PORSCHE deixa claro, a forte ligação da empresa com o estado de Baden-Württemberg, na Alemanha, e em particular com a sua capital, Stuttgart. A cidade nasceu por volta do ano 900 como um haras, um “stuotgarten” do duque Liutolf da Suábia. No século 14 adotou o nome pela a qual conhecemos hoje, mas seus moradores (com um dos sotaques mais carregados do país) chamam-na de Schturgert. O cavalo negro ao centro do logotipo representa o brasão da cidade de Stuttgart, um símbolo perfeito para a imagem da marca. No logotipo, o brasão de Stuttgart está posicionado sobre o brasão de Baden-Württemberg, reforçando ainda mais os laços que unem a empresa a esta região da Alemanha.
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Os slogans
Drive in its most beautiful form.
(1967)
There Is No Substitute.
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O valor
Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca COLGATE está avaliada em US$ 4.23 bilhões, ocupando a posição de número 75 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
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A marca no mundo
Considerada a mais brilhante estrela do setor automobilístico atualmente, a PORSCHE tem seus cobiçados carros vendidos em cerca de 100 países ao redor do mundo. A empresa tem a maior média de lucratividade por carro vendido do setor: impressionantes US$ 30.000 de lucro por unidade comercializada.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca PORSCHE.
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23.9.07

AVIS

Viajar centenas de quilômetros para aquela cidade que você gostaria de conhecer á tempos quer seja no interior da Europa ou na Austrália, percorrendo o caminho sem ter que depender de táxis, aviões e nem gastar muito dinheiro. É exatamente este tipo de consumidor que a AVIS oferece seus serviços onde que ele esteja.
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A história
Tudo começou quando Warren Avis, um piloto de aviões da força aérea americana, condecorado durante a II Guerra Mundial, e revendedor de veículos da marca Ford, sentia sempre enormes dificuldades em encontrar soluções de transportes terrestres quando chegava a determinados aeroportos americanos. lEssas dificulades levaram-no a criar a Avis Rent a Car. A empresa foi fundada em 1946 como um pequeno balcão de aluguel de carros no Willow Run Airport na cidade de Detroit com investimento inicial de US$ 85.000, 2 funcionários e pouco mais de 200 automóveis. Era a primeira locadora de automóveis localizada e operando dentro de um aeroporto nos Estados Unidos. Quase ao mesmo tempo, inaugurava outro ponto de locação dentro do aeroporto internacional de Miami. Com isso a empresa foi chamada de Avis Airlines Rent-A-Car System, pois possuía um sistema de locação de automóveis em aeroportos nacionais. Não demorou muito para abrir filiais em outros aeroportos como os de Nova York, Houston, Los Angeles, Chicago, Dallas e Washington, que se integraram ao sistema.
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No ano de 1948, sistemas operacionais foram abertos nos centros de grandes cidades americanas (fora de aeroportos) para servir hotéis e prédios comerciais. Foi então que a empresa trocou seu nome para Avis Rent-A-Car System. Durante os anos 50 foi uma empresa em franco crescimento, nomeadamente através da expansão de estações corporate e franshisings. Ainda sob a liderança de Warren Avis, a empresa introduziu um leque de práticas inovadoras, incluindo licenças para franchising e técnicas avançadas no serviço de apoio ao cliente. Em 1953, quando a AVIS já era a segunda maior locadora de veículos dos Estados Unidos, começaram a operar franchising na Europa, Canadá e México. No ano seguinte Warren Avis vendeu a sua participação na empresa por US$ 8 milhões para Richard S. Robie, um empresário da cidade de Boston. Em 1979 fechou acordo com a General Motors, para incluir em sua frota modelos da montadora. Inovou em 1996 ao ser a primeira locadora de automóveis com site na Internet, permitindo ao consumidor fazer reservas on-line. Em 2001 o grupo Cedant adquiriu a AVIS por cerca de US$ 1 bilhão. O pioneirismo da AVIS voltou a surgir recentemente quando a empresa foi a primeira a apostar na colocação de veículos híbridos nas suas frotas, devido às preocupações crescentes da população mundial em relação aos problemas ambientais. A AVIS é a segunda maior locadora de automóveis do mundo, estando presente nos cinco continentes.
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A linha do tempo
1972
Introdução do AVIS WIZARD, um sistema de reservas e gerenciamento em tempo real. Esse sistema pode processar mais de 90 mil reservas e 1.2 milhões de transações diariamente hoje em dia.
2003
Introdução do AVIS Assists, automóveis equipados com sistema GPS.
2004
Introdução do AVIS ACCESS, sendo a primeira locadora no mundo a oferecer automóveis totalmente adaptados a pessoas com deficiências físicas.
2005
Lançamento dos primeiros automóveis equipados com tecnologia WI-FI.
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Propagandas que fizeram história
Este foi um conceito criado há mais de 44 anos nos Estados Unidos. Isso mesmo: em 1963 a então obscura locadora enfrentava uma feroz concorrência da Hertz, uma gigante com verba cinco vezes maior e 75% do mercado nacional, contra apenas 10% da AVIS. Com estratégia, o lendário publicitário Bill Bernbach criou o posicionamento “Avis é apenas a número 2 em locação. Então porque vir conosco? Nós trabalhamos mais duro. A gente se esforça mais” (We Try Harder). Ser vice, argumentava Bernbach, era um estímulo para a AVIS atender melhor o cliente e assim bater a líder. O que de fato aconteceu. A campanha foi um sucesso total. Em apenas dois anos, os negócios cresceram mais de 250% (O faturamento passou de US$ 1.2 milhões para US$ 5 milhões), ganhando 28% de participação de mercado, alavancando a locadora para se tornar uma gigante mundial. A campanha da AVIS, por sinal, havia sido rejeitada em um pré-teste, mas Bill Bernbach insistiu para que ela fosse veiculada assim mesmo. O espírito “We Try Harder”, é mais do que um slogan publicitário atrativo. É a personificação da marca AVIS. O slogan é considerado um dos 10 melhores slogans de todos os tempos e é o que realmente diferencia a AVIS da concorrência. É um valor único da empresa.
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A marca no Brasil
Seu ingresso no mercado brasileiro se deu em 1978 por meio do sistema internacional de franquia. Atualmente, a AVIS conta com uma frota de 12 mil carros e está presente em quase todo o país, operando nas principais capitais e cidades do interior paulista (Atibaia, Jundiaí, Sorocaba, Campinas, Americana, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Presidente Prudente etc.) e outras como Blumenau e Caxias do Sul.
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A marca no mundo
A locadora AVIS está presente em mais de 4.900 localidades (sendo 1.400 delas em aeroportos), em 167 países, com uma frota total superior a 500 mil veículos, empregando quase 18 mil funcionários e alugando carro para mais de 15 milhões de consumidores.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca AVIS.
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Você sabia?
A AVIS localizada dentro do aeroporto O’Hare na cidade de Chicago, aluga aproximadamente 3 mil carros por dia.
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20.9.07

COLGATE

Sorria. Se o seu sorriso parecer saudável, muito provavelmente, a responsável por isso seja a COLGATE. Há mais de 200 anos a marca vem distribuindo sorrisos brilhantes em milhões de bocas mundo afora.
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A história
A COLGATE foi fundada em 1806 por William Colgate, um imigrante inglês que iniciou seu negócio de sabonetes, gomas e velas na Rua Dutch na Cidade de Nova Iorque. No ano seguinte, Francis Smith entrou na sociedade da fábrica que passou a se chamar Smith & Colgate. A sociedade foi desfeita em 1813, quando William chamou seu irmão, Bowles, para ser seu novo sócio. A empresa passou então a se chamar William Colgate & Co. Revelando, desde sempre, uma forte orientação para a comunicação, William, em 1817, dá início a uma arrojada e inovadora campanha de divulgação, anunciando os seus produtos em jornais, com a campanha “Soap, Mould and Dipt Candler”, e colando cartazes pelas ruas da cidade. Poucos anos depois, ele e seu cunhado, John Gilbert, construíram uma fábrica de cola nos arredores da cidade de Jersey. Os principais produtos fabricados na época eram sabonetes (Windsor Toilet Soaps) e gomas (Pearl Strach). No fim da década de 20 a empresa iniciou um período de expansão internacional e, em diversos países, surgiram filiais, desenvolvendo as principais atividades de comercialização e industrialização, na conquista dos mercados emergentes. A Colgate & Company, assim designada após a morte do seu fundador em 1857, lança no mercado, no ano de 1872, o seu primeiro sabonete cosmético perfumado – chamado “Cashmere Bouquet” - que, até finais dos anos 80, encontrava-se ainda na preferência de muitos consumidores norte-americanos, o que significa que o seu sucesso se estendeu durante cerca de 120 anos. As inovações urgem e, no ano seguinte, lança o produto que viria revolucionar a imagem da empresa - o creme dentífrico Colgate (conhecido hoje em dia como pasta de dente). Inicialmente comercializado em potes, era uma pasta cremosa e aromática, que a partir de 1896 passou a ser embalada em tubos flexíveis de estanho, muito semelhantes aos que conhecemos atualmente. Nesse mesmo ano, foi estabelecido o primeiro laboratório de pesquisa COLGATE.
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Em 1928, associou-se à Palmolive-Peet Company, que se dedicava ao fabrico de sabonetes desde 1864 quando foi fundada por B.J. Johnson na cidade de Milwaukee, constituindo assim a Colgate Palmolive-Peet Company. Aproveitando a notoriedade dos seus produtos, nomeadamente a pasta dentífrica Colgate e o sabonete Palmolive, a nova empresa aumentou as suas vendas. Em 1906 a Colgate & Company celebra seu centenário com uma linha de produtos com mais de 800 variáveis. A empresa inicia, em 1911, um projeto educacional de saúde bucal para crianças com a distribuição de amostras grátis de escovas e cremes dentais, proporcionando que higienistas demonstrem a correta maneira de escovação. Três anos mais tarde, instalou sua primeira subsidiária Internacional no Canadá. Na década de 20 começou a instalar operações na Europa, Ásia, América Latina e África. No final da II Guerra Mundial, em 1947, e mantendo-se na vanguarda das inovações, lançou um novo produto, na categoria de limpeza doméstica - o Ajax - estabelecendo uma poderosa marca global em produtos de limpeza, passando, assim, a atuar em três segmentos diferentes: a higiene oral, pessoal e limpeza doméstica. Em 1953, passa então a adotar a sua atual denominação social: Colgate-Palmolive. As vendas anuais da empresa ultrapassaram a marca dos US$ 5 bilhões em 1989. O Programa de saúde bucal - Sorriso Saudável, Futuro Brilhante – é expandido em 1996, atingindo 50 países com programas escolares e clínicas dentais móveis. Em 1998 a COLGATE se tornou líder no mercado norte americano.
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A linha do tempo
1866
Lançou no mercado o sabonete perfumado, além de passar a produzir perfumes e essências.
1962
Instala Centro de Pesquisa em Piscataway, Nova Jersey.
1968
A pasta COLGATE foi reformulada para a adição de flúor (MFP Fluoride) por ser clinicamente comprovado na redução de cáries.
Introdução da pasta de dente Ultra-Brite.
1981
Introdução no mercado da pasta COLGATE WINTERFRESH Gel.
1983
Lançada a escova dental COLGATE PLUS. Hoje mais de 1.6 bilhões de escovas da marca são vendidas anualmente em todo o mundo.
1991
A COLGATE compra a marca de enxaguante bucal Plax, que posteriormente viria a chamar COLGATE PLAX.
1992
Lançada internacionalmente a revolucionária pasta COLGATE TOTAL. Com suas 12 horas de proteção, combate uma infinidade de problemas de saúde bucal como a gengivite, tártaro, cárie e placas bacterianas.
2000
Lançamento da COLGATE 2in1, gel dental que misturava os benefícios de uma pasta de dente aliado ao enxaguante bucal.
2002
Lançamento da COLGATE SIMPLY WHITE, gel dental que clareava os dentes em apenas 14 dias de uso.
2003
Lançamento da COLGATE SENSITIVE, um creme dental que combate a sensibilidade dentária com proteção comprovada e hálito fresco.
2005
Lançamento da pasta COLGATE MAXFRESH, único gel dental com cristais refrescantes que dissolvem completamente durante a escovação proporcionando uma nova dimensão de refrescância. Atualmente esta pasta está disponível em vários sabores, entre eles o Cool Mint (menta), Clean Mint (hortelã) e Cinnamint (canela).
Introdução da escova dental COLGATE 360°, que proporcionava uma limpeza total dos dentes e da boca, contendo um exclusivo limpador de língua e bochechas, além de cabo emborrachado.
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Slogans
1945: It cleans your breath while it cleans your teeth. (Toothpaste)
1967: The Colgate ring of confidence. (Toothpaste)
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O valor
Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca COLGATE está avaliada em US$ 6.02 bilhões, ocupando a posição de número 57 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
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A marca no Brasil
A Colgate se estabeleceu no Brasil no dia 1 de fevereiro de 1927, quando o então presidente da República, Washington Luiz Pereira de Souza, através do Decreto no. 17661, autorizou a instalação da Colgate & Company of Brazil Limited. Foi um ato histórico, porque conferiu à empresa a primazia e o pioneirismo na introdução de dentifrícios no país e sua comercialização em escala. Nos anos de implantação, as atividades da empresa se voltaram para o conhecimento do mercado, dos hábitos de higiene da população e do estudo de fórmulas de produtos que melhor atendessem às necessidades do consumidor, de acordo com o clima e as condições locais. Na etapa inicial, os produtos lançados no mercado, CREME DENTAL e CREME DE BARBEAR, eram importados. O creme dental Colgate, introduzido em 1929, começou a ser fabricado no Brasil somente em 1940. O creme de barbear, lançado em 1931, teve como data de sua fabricação o ano de 1938. Nas décadas seguintes ampliou suas fábricas e sua força de trabalho, multiplicando sua produção e vendas, além de investir na aquisição de importantes marcas locais, até hoje entre as preferidas dos consumidores. Em 1995, anunciou em Nova York, a compra das operações da Kolynos em 14 países (inclusive Brasil), modificando desta forma, o panorama no mercado de cremes. Dentais e lançando o creme dental líder Sorriso. Desde então, milhões de dólares foram investidos em modernização das fábricas e tecnologia, apoiados por um programa de intenso treinamento de todos os funcionários, o que transformou a Colgate-Palmolive do Brasil num pólo exportador para mais de 55 países. Não há brasileiro que não conheça o famoso slogan da marca “Sorriso Saudável, Sorriso Colgate”.
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A marca no mundo
Hoje, com vendas ultrapassando os US$ 10 bilhões de dólares, a COLGATE, empresa com sede na cidade de Nova York, está voltada para quatro pilares de negócios: Cuidados Bucais, Cuidados Pessoais, Cuidados com a Limpeza do Lar e Nutrição Animal. Vende seus produtos em 220 países e territórios ao redor do mundo empregando 36.000 pessoas.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca COLGATE.
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Visite: www.colgate.com

SAMSONITE

Elas estão presentes nos principais aeroportos do mundo, em quase todas as esteiras de bagagens, nos melhores hotéis, nos principais pontos turísticos e são carregadas, muitas vezes, por mãos famosas. As malas SAMSONITE guardam e carregam, com total segurança, segredos e lembranças como nenhuma outra.
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A história
A empresa foi fundada na cidade de Denver, estado do Colorado, em 1910 com o nome de Schwayder Trunk Manufacturing Company. Com apenas 10 funcionários produzia baús de madeira e malas de mão no oeste americano. Jesse Shwayder, fundador da empresa, iniciou a produção de malas com os melhores materiais disponíveis na época. Sua meta era produzir a melhor e mais resistente mala do mundo. Sua primeira mala foi feita com os melhores materiais e era tão forte quanto o legendário Sansão (Samson em inglês). Jesse usava uma foto sua juntamente com seu pai e três irmãos, somando quase 500 kg, em cima da mala e mandava para seus clientes com o logotipo da empresa para mostrar a durabilidade da mala. A mala obteve sucesso e assim nasceu a imagem de qualidade e confiança da marca. Por volta de 1918 a marca diversifica seu canal de distribuição passando a vender seus produtos em lojas de departamento como a Macy’s. O nome SAMSONITE surgiu somente em 1941, quando produziu uma mala extremamente resistente, chamada SAMSONITE Streamlite. O nome vem da força de Samson (Sansão), personagem bíblico e um dos heróis de infância de Jesse. A escalada internacional da marca começou em 1956 com a inauguração de uma subsidiária no Canadá e o departamento de exportação voltado para o continente europeu. Em 1965 a empresa muda de nome, passa a chamar-se Samsonite Corporation. A década de 70 foi o período de afirmação da empresa, tornou-se a líder mundial em produção de malas e maletas de mão.
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A década de 90 começa com a aquisição da marca American Tourister, em 1993, tradicional produtora de malas populares com preços acessíveis. O processo de rejuvenescimento mundial da marca começou em 1999, com a criação da divisão de roupas masculinas. No ano seguinte, foi lançada a primeira linha de roupas, sapatos e acessórios femininos. Esta linha tem o nome de Samsonite BlackLabel, fazendo muito sucesso na Europa, especialmente na Itália. Em 2000, uma colaboração com o badalado designer Phillppe Starck resultou na linha Xylem, reproduzida no filme "007, o mundo não é o bastante". Nos Estados Unidos, a SAMSONITE é agora, mais que uma marca de malas, uma grife de lifestyle. Reúne produtos além de seu negócio principal, como mochilas, roupas e tênis. As mochilas representam 15% das vendas mundiais atualmente. Em julho de 2007 o grupo europeu CVC Capital Partners Group comprou a empresa por US$ 1.7 bilhões. Nada mal para uma marca que gosta de investir na sua bagagem.
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A linha do tempo
Desde o início a SAMSONITE é reconhecida como a principal fabricante de malas do mundo, utilizando a mais moderna tecnologia e materiais para a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos que redefinem qualidade, durabilidade, versatilidade, design ergonômico e segurança.
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1956
Produz a primeira mala feita de magnésio, substituindo os pesados baús de madeira, chamada de Ultralite.
1962
Produz a primeira mala para executivos em ABS.
1967
Lançamento da mala confeccionada em material rígido e com fechaduras.
1969
● Lançamento da Saturn, uma mala feita em Polipropileno.
1974
Introdução das primeiras malas com rodas.
1994
Lançamento da primeira mala em Polipropileno com zíper, uma combinação de mala rígida com muita leveza.
2000
Lançamento da primeira mala de alumínio com estrutura em magnésio.
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Black Label
Sinônimo de durabilidade em termos de malas de viagem, a SAMSONITE nunca foi exatamente uma marca ousada: forte na qualidade, mas fraca no estilo. Essa situação mudou. Nas esteiras de bagagens dos principais aeroportos do mundo, os passageiros de primeira classe sempre têm prioridade. Suas malas são as primeiras a serem desembarcadas e protagonizam verdadeiros desfiles de tendências e grifes do universo das viagens de luxo. Nessa passarela, dificilmente estará faltando uma BLACK LABEL. Criada em 2005, a linha premium da SAMSONITE funcionou como um passaporte para a tradicional fabricante americana ingressar nos mercados mais sofisticados, elevando a outro patamar a marca no mundo. A nova linha, voltada para um público endinheirado, tem um conceito totalmente diferente em relação aos demais produtos da SAMSONITE. Composta por nécessaires, mochilas, grandes malas, bolsas para laptop e viagem, com acabamentos mais elegantes e refinados, comparáveis aos das grandes marcas do mercado, como Louis Vuitton e Tumi, além de estilos arrojados e exclusivos, assinados por profissionais consagrados, como o estilista Alexander McQuenn e o inglês Quentin MacKay, que trasnformaram a linha em verdadeiro objeto de desejo. O sucesso foi tanto que, em pouco tempo, a marca ganhou nada menos que 45 lojas exclusivas, localizadas nas principais cidades cosmopolitas do mundo como Londres, Nova York, Milão, Bruxelas, Tóquio, Berlim, entre outras. Recentemente, em setembro de 2007, os produtos da grife Black Label ganharam seu primeiro ponto-de-venda exclusivo no Brasil, no Shopping Iguatemi, em São Paulo. Uma campanha mundial transformou a Black Label em um objeto de aspiração entre os consumidores. A empresa investe U$ 40 milhões ao ano em peças publicitárias que trazem como principal atração, além do produto em si, personalidades como a atriz Christina Ricci e a modelo Isabella Rossellini.
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A evolução visual
O tradicional logotipo da SAMSONITE surgiu em 1973 quando a empresa resolveu lançar um novo logotipo corporativo, totalmente abstrato e feito pela divisão de designer da própria empresa. Era o surgimento de um ícone da marca. Recentemente o logotipo passou por uma pequena modernização como podemos ver na imagem abaixo.
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Os slogans
Strong Enough to Stand On. (década de 50)
Worldproof. (2004)
Life’s a Journey. (2005)
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A marca no mundo
A marca está presente em mais de 100 países ao redor do mundo com faturamento de US$ 1.1 bilhões, possuindo 250 lojas próprias e tendo seus produtos vendidos em mais de 30 mil pontos como lojas de departamentos, lojas especializadas e gerais. Suas 14 fábricas espalhadas pelo mundo empregam mais de 23 mil funcionários.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca SAMSONITE.
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Você sabia?
Apesar da pulverização do comércio de malas e da concorrência dos asiáticos, a SAMSONITE detém 36% de participação no mercado mundial.
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13.9.07

VEUVE CLICQUOT

Se o frei Dom Pérignon criou o champanhe, a viúva Clicquot o reinventou, transformando a bebida borbulhante em um ícone do consumo de luxo. A marca VEUVE CLICQUOT, um mito entre os amantes da bebida de Baco, se transformou em uma instituição francesa. Um produto para os paladares mais endinheirados do mundo. Sempre procurou assegurar, mais que preço, um compromisso com a qualidade e o buquê inconfundível, isto é, aquele aroma e sabor borbulhante que fizeram desse um precioso líquido, apreciado por reis, rainhas e até seus súditos, quando o dinheiro abunda na carteira e na conta bancária.
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A história
A história da vinícola começou em 1772 quando Philippe Clicquot-Muiron fundou um comércio de vinhos com o nome Clicquot na região de Reims na França. Três anos mais tarde seria a primeira a introduzir o champanhe rosé. Um fato que mudaria os rumos da empresa e tornaria a marca uma das mais luxuosas do mundo ocorreu em 1798 quando seu filho, François, casou-se com Nicole Barbe Ponsardin. Em 1805, Madame Clicquot ficou viúva aos 27 anos de idade e assumiu o controle dos negócios. A Casa Clicquot passou então a denominar-se Veuve Clicquot-Ponsardin. Surgia assim a marca VEUVE CLICQUOT. Dedicada e exigente, ela se tornou uma das primeiras mulheres de negócios dos tempos modernos. A viúva apresentou seu champanhe em todas as cortes da Europa, primando sempre pela alta qualidade da bebida. Nesta época, representantes da produtora de champanhe foram enviados para Rússia, resultando na importação de 25 mil garrafas do produto. Uma década depois, o champanhe VEUVE CLICQUOT conquistava a Rússia com grande sucesso. A corte russa dos czares foi uma das principais compradoras, bem como o imperador Frederico-Guilherme IV da Prússia. Em 1816, ela desenvolveu, com a ajuda de Antoine de Müller, o “remuage”, processo pelo qual retira-se o sedimento do champanhe, tornando-o mais cristalino. Com o tempo outros produtores acabaram introduzindo a criação de Madame Clicquot em seus processos. Neste mesmo ano as primeiras garrafas do champanhe chegaram ao Brasil para atender uma encomenda feita por carta escrita de próprio punho pelo imperador D. Pedro II.
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A Madame Clicquot morreu em 1866 aos 89 anos, deixando um legado no segmento de champanhe. Em 1970 uma remessa de reserva especial do champanhe foi mandada para Inglaterra em comemoração ao jubileu da Rainha. No ano de 1972, para comemorar o bicentenário da empresa, é lançado o champanhe La Grande Dame, uma homenagem a Madame Clicquot. Seu rosto também passou a figurar na tampa de metal das garrafas, uma segurança para os compradores de que se tratava do legítimo produto da Maison Clicquot-Ponsardin. Em 1987, a empresa foi adquirida pelo grupo LVMH. E, assim, conquistou novos mercados e ganhou campanhas de marketing ainda mais agressivas, que as de relacionamento que a viúva comandou quando viva. A segunda versão do champanhe La Grande Dame seria lançada em 1995, feita com 62.5% de uvas Pinot Noir e 37.5% com uvas Chardonnay. Neste mesmo ano foi pioneira ao introduzir a Rich Reserve, primeiro champanhe para ser servido exclusivamente com comida. O champanhe VEUVE CLICQUOT pode ser encontrado nas seguintes versões: Demi Sec, La Grande Dame, La Grande Dame 1995, La Grande Dame Rose 1990, Yellow Label Brut, Vintage Reserve, Rose Reserve 1995 e 1996. A VEUVE CLICQUOT é reconhecida por sua cor amarela-palha, com espuma abundante e fina, além de sua tradicional embalagem e rótulo laranja.
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As embalagens
O champanhe VEUVE CLICQUOT é um dos produtos mais cobiçados e luxuosos do mundo. Para atingir este patamar contou com a excepcional qualidade do líquido de suas cobiçadas garrafas. Porém, outro fator ajudou, e muito, a escalada rumo ao sucesso: cor amarela + embalagens especiais exclusivas. Famosa pelo seu rótulo amarelo, a marca abusa das formas e consegue inovar fortalecendo sua marca através do design das embalagens. Comprar uma garrafa de VEUVE CLICQUOT é uma experiência fantástica em virtude da variedade e modernidade de suas embalagens, que ganhá-la deve ter a mesma emoção do que comprá-la. A variedade de embalagens e sua criatividade são muitas: Clicot Box (embalagem surpresa que se transforma em balde impermeável); City Traveller (embalagem especial com duas taças, uma garrafa de 375ml ou 750ml e uma pequena mala, feita de neoprene e cujas alças foram feitas pela Louis Vuitton, para manter a temperatura ideal do champanhe por duas horas, acolhendo a garrafa e as taças sem perigo de quebrar); Paint Box (embalagem composta por uma lata moderna e 4 garrafinhas de 200ml do champanhe com biqueiras, especialmente para beber no gargalo sem deixar cair uma gota); Ice Jacket (embalagem térmica “roupa” de neoprene com costuras pespontadas, acabamentos de couro e zíper, que conserva sua temperatura por duas horas, substituindo o tradicional balde de gelo); Tw’ice Bucket (balde de gelo, feito de borracha, alumínio escovado e plástico, que gira 180 graus podendo ser acoplado no canto de balcão ou funcionar como balde tradicional); além das embalagens exclusivas da linha VEUVE CLICQUOT La Grand Dame, como a edição especial da safra 1996 (apenas 9.000 garrafas produzidas), criada pela Maison Pucci, com um forte contraste de cores que estampam o rótulo e o interior da criativa caixa.
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A marca no mundo
Atualmente a marca está presente em mais de 150 países, possuindo subsidiárias na Alemanha, Estados Unidos, Japão, Inglaterra, Bélgica e Suíça, exportando 85% de sua produção e ocupando a segunda posição no mundo em seu segmento.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca VEUVE CLICQUOT.
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Você sabia?
A marca, que pertence ao conglomerado de luxo LVMH (Louis Vuitton Moët Hennessy), produz cerca de 10 milhões de garrafas por ano.
A empresa também produz o famoso e exclusivo champanhe KRUG.
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12.9.07

CITIBANK

Ele está sempre pronto para atender você. Ele é seguro e sólido. Como diz seu slogan, ele nunca dorme. Seu nome traz prestígio aonde quer que você esteja. Este é o CITIBANK, um gigante financeiro presente em qualquer continente do planeta.
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A história
Em 16 de junho de 1812, dois dias antes do começo da guerra entre Estados Unidos e Inglaterra, o estado de Nova York autorizou a constituição do City Bank of New York, com capital social de US$ 2 milhões, tendo como primeiro presidente Samuel Osgood. Um mês depois, o banco estabelecia sua sede social no número 52 da Wall Street para prestar serviços a um grupo de comerciantes da cidade. E já no ano seguinte pagava seus primeiros dividendos. Durante a segunda grande crise financeira, ocorrida em 1857, 985 bancos declararam estarem quebrados, enquanto o CITIBANK aumentava a quantidade de depósitos. Em 1865, o CITIBANK se integrou ao novo sistema bancário nacional americano, passando a se chamar The National City Bank of New York. Nessa época, os bancos deviam cumprir as normas impostas pelo governo federal americano. O The National City Bank se transformou no maior banco da cidade de Nova York, com um total de US$ 34.4 milhões de depósitos. No ano seguinte já era o maior banco do país. Em 1897 se transformou no primeiro banco americano a constituir um departamento de divisas, começando operações no mercado de câmbio. O novo século começou com a expansão de seus negócios na Ásia, inaugurando escritórios desde Shanghai até Manila em 1902. No ano de 1914, foi o primeiro banco americano a constituir sede no exterior, na cidade de Buenos Aires. No ano seguinte inaugurou escritórios na cidade do Rio de Janeiro. O banco International Banking Corporation, banco americano com sede no exterior, passou a ser subsidiário do National City Bank no ano de 1918. No ano seguinte foi o primeiro banco americano a ter ativos acima de US$ 1 bilhão. Em 1929, o The National City Bank era apontado como o maior banco comercial do mundo. Ao final da década de 30 o banco havia constituído 100 sedes em 23 países, confirmando ser o banco estrangeiro de maior envergadura. Em 1941, com o início da Segunda Guerra Mundial, o banco fecha suas sedes na Europa e Ásia. Em 1955 o banco troca seu nome para The First National City Bank of New York. Para comemorar seus 150 anos de existência, a empresa passa a se chamar First National City Bank em 1962. Em 1974, o grupo que controlava o banco, muda seu nome para Citicorp. Dois anos depois o banco passa finalmente a se chamar CITIBANK. Em 1994 estabeleceu o primeiro banco comercial estrangeiro na Rússia. Dois anos depois, registrou a emissão do maior número de cartões de crédito da Ásia, com Taiwan sendo o primeiro país no exterior a ter um número de cartão superior a 1 milhão de unidades. Em 1998, todo Citicorp, Travelers Group e empresas do grupo, se fundem para formar o Citigroup Inc em uma operação de US$ 140 bilhões.
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A linha do tempo
1904
Introduziu no mercado os Traveler’s Checks (cheques de viagens).
1928
Primeiro banco a autorizar empréstimos pessoais sem garantias paralelas. O banco foi pioneiro ao organizar um departamento de empréstimos pessoais, mediante o qual os trabalhadores teriam acesso a serviços disponíveis, até então, para a classe mais alta.
1935
Desenvolveu e implantou o sistema de empréstimos pagadores mensais para pequenas empresas.
1936
Foi o primeiro banco da cidade de Nova York a oferecer contas correntes aos consumidores sem o requisito de saldo mínimo.
1956
Utilizado o primeiro computador para aplicação das operações de empréstimos com fins comerciais.
1961
Introduziu o chamado CD (certificado de depósito).
1964
Ingressou no mercado de Leasing.
1965
Ingressou no mercado de cartões de crédito.
1967
Lançou o primeiro cartão de crédito do banco - denominado First National City Charge Service - popularmente conhecido como cartão “Everything” que passou a se chamar MasterCharge (atualmente conhecido como Mastercard) em 1969.
1977
Introduziu serviços como os caixas automáticos (ATM) com funcionamento 24 horas e o cartão Citicard.
1981
Comprou o cartão de crédito Diners Club.
1986
Introduziu nos caixas automáticos, o sistema de toques na tela, na cidade de Nova York e Hong Kong.
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A evolução visual
Devido a antiga história, cheia de fusões e incorporações, o CITIBANK teve uma evolução visual acentuada no decorrer dos anos. Abaixo podemos ver a mais recente, ocorrida em 1998 depois da fusão com o Travelers Group.
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Os slogans
The CITI never Sleep.
(1977)
Look at your money differently.
Live richly. (2001)
Let's get it done. (2007)
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O valor
Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca CITIBANK está avaliada em US$ 23.44 bilhões, ocupando a posição de número 11 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. É a marca de banco mais valiosa do mundo.
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No Brasil
Em 1915, teve início uma promissora e duradoura parceria: CITIBANK e Brasil. A história do banco é parte integrante da história do desenvolvimento do País. Tudo começou em 5 de abril de 1915 quando foi aberta no Brasil a primeira sucursal no Rio de Janeiro. No mesmo ano foram abertas as agências nas cidades de Santos e São Paulo; sua sede ficava na esquina das avenidas São João com a Ipiranga. Tinha como objetivos, contribuir para o progresso no país e oferecer serviços financeiros completos. Através do CITIBANK foram feitas as obras de infraestrutura, tais como ponte Rio-Niterói, as hidroelétricas de Itaipu e Tucuruí, os pólos petroquímicos da Bahia e Rio Grande do Sul. O moderno prédio do Citibank/Citigroup foi inaugurado na avenida Paulista em 1986, com projetos do arquiteto Gian Carlo Gasperini, tendo vinte andares e medindo 93 metros de altura. Sua fachada é em pedra granítica rosa e o vidro azul. Atualmente o grupo atua em diversas áreas como: Citibank - atendimento a pessoas físicas e jurídicas com mais de 110 agências; Credicard Citi - serviços de cartões de crédito, hoje com 4.7 milhões de cartões emitidos; Corretora de Seguros; CitiFinancial - crédito pessoal à todas as classes de pessoas, com 134 lojas abertas em 22 Estados brasileiros e 75 cidades, com 246 mil contas de clientes; Citigroup Corporate and Investment Banking - banco de investimentos; CitiBusiness - atendimento à pequenas e médias empresas, linha de crédito, cartão de débito, serviços de câmbio e cobrança; e Citigroup Private Bank – que desde 1988 administra grandes fortunas individuais e familiares. O resultado de mais de nove décadas de atuação do CITIBANK no Brasil traduz-se hoje em números expressivos: mais de 300 mil correntistas, R$ 30.8 bilhões em ativos totais, R$ 3.2 bilhões de patrimônio líquido e mais de 6 mil funcionários.
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A marca no mundo
O CITIBANK, que faz parte do Citigroup, um dos maiores grupos financeiros do planeta, possuí mais de 3.400 bancos, escritórios em 100 países ao redor do mundo e mais de 200 milhões de clientes. Possui ativos mundiais na ordem de US$ 1.7 trilhões, aproximadamente 25 vezes os ativos do Bradesco, maior banco brasileiro.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca CITIBANK.
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Você Sabia?
O prédio mais famoso do CITIGROUP é o Citigroup Center, um arranha-céu imponente localizado East Midtown (Manhattan, New York City), o que leva muita gente a pensar ser essa a sede do grupo financeiro. Porém, a sede (headquarters) do CITGROUP, está localizada na rua de trás do imponente arranha-céu em um prédio mais modesto no endereço 399 Park Avenue (sede original do The City National Bank).
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Visite: www.citibank.com

PRADA

Chamar a grife italiana PRADA de marca é um tremendo insulto. Chique e luxuosa, desperta nas mulheres um intenso, e muitas vezes incontrolável, desejo por suas peças que mais parecem verdadeiras jóias do mundo da moda, chegando ao ponto da poderosa editora da revista Vogue americana, Anna Wintour, declarar: “PRADA é o único motivo para alguém assistir à temporada de moda em Milão”. Resumindo, PRADA é divino.
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A história
A tradicional grife italiana foi fundada na cidade de Milão em 1913 por Mario Prada e seu irmão com o nome de Prada Brothers (Fratelli Prada). Começou a sua atividade comercial através do design e da manufatura exclusiva de acessórios de luxo, como malas e bolsas, em couro e peles sofisticadas, além de outros materiais de elevada qualidade. Ganhou notoriedade ao longo das décadas por seus produtos de luxo. No ano de 1978, a neta de um dos fundadores, Miuccia Prada, juntamente com seu futuro marido Patrizio Bertelli, assumiram o controle da empresa, que já tinha perdido muito do seu brilho, e passou a produzir acessórios, incluindo uma simples mochila preta de nylon ajustada com tiras de couro. Mochilas e outros acessórios de nylon foram estampados com o triângulo metálico invertido em que se lia o nome da marca e rapidamente se tornaram objetos de desejo, usadas por modelos como Jerry Hall e Marie Helvin.
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Começava então a transformação da PRADA em um ícone do mercado de luxo mundial. Em 1983 uma segunda loja é inaugurada em Milão, em 1985 lança a coleção de sapatos, no ano seguinte inaugura sua primeira loja em Nova York, e em 1989 apresenta primeira coleção de roupas, aclamada pelas inovadoras linhas puristas e austeras. A coleção mostrava muitas novidades, novos tecidos e tecnologias. Miu Miu, a sua segunda linha, mais acessível, foi lançada em 1992, e adotada pela juventude cosmopolita, conferindo-lhe o status de ícone da moda. Pouco depois foi a vez da coleção masculina de roupa (1995) e da PRADA SPORT (1997), uma linha esportiva de roupas e acessórios, estrearem no mercado. Ainda nesta década a marca ganhou enorme visibilidade com a inauguração de lojas em Londres (1994), Nova York, San Francisco e Paris (1996), além do lançamento de coleções de relógios, cosméticos (no ano de 2000), perfumes e uma linha para decoração para casa. Os preços dos sapatos da marca variam entre US$ 400 à US$ 2.500, as bolsas entre US$ 200 e US$ 7.000, as jaquetas entre US$ 3.000 à US$ 15.000 e os vestidos entre US$ 1.500 à US$ 7.500.
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PRADA + LG
A grife italiana inovou ao lançar no mês de janeiro de 2007, em parceria com a coreana LG Electronics, o aparelho celular LG Prada KE850. O celular, que estava sendo desenvolvido desde 2005, chamado de “PRADA Phone by LG”, é esguio (12 milímetros de espessura), com tela sensível ao toque e câmera de 2 megapixels. A grife italiana ajudou a criar a interface do aparelho, os tons de chamada, o conteúdo pré-instalado e os acessórios. Segundo a PRADA o objetivo do projeto é posicionar a marca na arena dos telefones celulares, que cada vez mais são sinônimos de estilo. O novo aparelho, lançado prço próximo aos 600 euros, vendeu 300 mil unidades nos oitos países (Itália, Alemanha, Reino Unido, França, Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura e Hong Kong) nos três primeiros meses. No Brasil, o celular chegou meses depois, comercializado pelas operadoras Vivo, Claro e Tim ao preço de R$ 1.900,00. A LG não comenta a razão pela qual optou por não lançar o modelo nos Estados Unidos.
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Experiência única
Além da moda, a empresa revoluciona na arquitetura, com seus projetos de lojas, com jeito de galeria, sem nome na fachada e onde os produtos têm status de obra de arte, assinados por importantes arquitetos contemporâneos como o holandês Rem Koolhaass, que assinou a filial de Nova York, inaugurada em 2001 no SoHo. O nome do projeto não poderia ser mais sugestivo: Prada Universe. A unidade de Tóquio, assinada pela dupla suíça Jacques Herzog e Pierre de Meuron, é a mais provocativa construção da capital japonesa. Este conceito de loja possui unidades também em San Francisco e Beverly Hills. Clique nas fotos abaixo para conhecer mais este novo conceito de loja da grife PRADA.
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O valor
Segundo a consultoria britânica InterBrands, somente a marca PRADA está avaliada em US$ 3.28 bilhões, ocupando a posição de número 94 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
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A marca no mundo
A PRADA possui 310 lojas (incluindo a marca Miu-Miu) nas cidades mais importantes e cosmopolitas de 65 países ao redor do mundo.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca PRADA.
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Visite: www.prada.com

5.9.07

BOEING

O sobrenome de Willian Boeing, fundador da empresa, tornou-se sinônimo de avião. BOEING 737, 767, 757, 747 ou mais recentemente 777. E dificilmente quem anda ou já andou de avião não voou em um desses. O usamos também quando nos referimos a algo muito grande, dizendo que tal coisa “é do tamanho de um Boeing”. A BOEING é um exemplo simples de como as marcas podem estar inseridas na nossa comunicação diária.
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A história
William Edward Boeing nasceu na cidade de Detroit em 1881, descendente de uma família de origem alemã. A família Boeing mudou-se para Seattle, na costa oeste norte-americana. William cresceu e tornou-se um bem sucedido empresário do ramo da madeira nos arredores de Grays Harbor, estado de Washington. Em 1915, durante a primeira guerra, William e seu amigo George Conrad Westervelt, engenheiro e comandante de um esquadrão da Marinha, começaram a acalentar o sonho de construir um hidroavião tão bom, ou melhor, que os já existentes. Compraram um hidroavião Martin e estudaram sua construção. Finalmente, criaram seu próprio modelo, batizado B&W 1, que decolou em 29 de junho de 1916. Era o primeiro vôo de um BOEING. Surgia assim a Pacific Aero Products Company. Mostraram à Marinha o avião, que logo agradou. Modificações foram feitas, e o novo modelo foi chamado de B&W “C” Model. Em 1917 foi declarada guerra à Alemanha. A Marinha encomendou 50 unidades do C-4, diretamente a Boeing Airplane Company, razão social adotada em 26 de abril do mesmo ano. Com o fim da guerra, a empresa encontrou dificuldades para sobreviver: passou a construir modelos desenhados por outras firmas. Seus projetistas desenvolveram então um ótimo avião, o trimotor para 12 passageiros conhecido como Model 80. Com esta aeronave, em 1926 a empresa venceu a concorrência para iniciar serviços de transporte de correio: nascia uma subsidiária, a Boeing Air Transport. Uma novidade foi à contratação de uma aeromoça (na verdade, uma ex-enfermeira) para cuidar dos passageiros durante os vôos entre San Francisco e Chicago. Com esta empresa aérea, muita experiência operacional foi adquirida.
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Em 1932, a United Airlines adquiriu 60 unidades do Boeing 247, então a mais avançada aeronave feita na América. A popularidade das viagens de avião durante a década de 30 e o crescente número de passageiros querendo voar sobre o oceano, levou a Pan American Airlines a procurar um hidroavião quadrimotor de longo alcance. Em resposta, a BOEING desenvolveu o modelo 314, conhecido popularmente de “Clipper”, com alcance de 3.500 milhas, e fez oficialmente o primeiro vôo transatlântico em 28 de junho de 1939. Cerca de um ano depois, o Clippers estava voando rotineiramente através do Pacífico. Em 1936, outra aeronave que tornou a BOEING famosa começava a sair das pranchetas: foram os primeiros protótipos do B-17, apelidado de Fortaleza Voadora. No ano seguinte, o quadrimotor terrestre, Boeing 307, primeiro avião norte-americano pressurizado, foi introduzido. Com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, as encomendas explodiram. Findado o conflito, a empresa desenvolveu um novo avião para transporte de passageiros, o modelo 377 Stratocruiser. A vitória sobre a Alemanha nazista rendeu frutos inesperados. Os engenheiros da BOEING tiveram acesso aos projetos alemães, muito mais avançados em campos como propulsão e aerodinâmica. Com estes papéis em mãos, a empresa desenvolveu seu primeiro jato, o B-47 Stratojet com seis turbinas. Com a força destes sucessos comerciais, a BOEING avançou em outras áreas da indústria aeroespacial. Foguetes balísticos intercontinentais de ataque, o módulo de propulsão do foguete Saturno V (que levaria o homem à lua), helicópteros Chinook, barcos hidro-folha, hovercrafts e mesmo um caça tático bi-supersônico são alguns dos projetos da empresa nos anos 60, quando já contava com mais de 100.000 funcionários e fábricas em Seattle e Wichita, Kansas.
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No campo comercial, o sucesso do 707 deu origem a mais dois modelos: o trijato 727 em 1961, e em 1965 o birreator 737, o avião mais vendido na história comercial. Os anos 60 marcaram ainda o mais fantástico projeto da empresa: o primeiro Widebody (conhecido como Jumbo), o famoso Boeing 747. O cancelamento do supersônico 2707 e a crise energética de 1973 não ajudaram em nada os planos da empresa. A BOEING porém continuava líder inconteste no mercado civil, tendo entregue seu 3000º jato comercial, um 727-200 para a Northwest, em 1977. A nova e terceira geração de jatos comerciais começava a ser desenvolvida com o anúncio do lançamento, em 1978, dos Boeing 7N7 e 7X7, que viriam a ser respectivamente o 757 e 767. Os anos 90 foram os mais difíceis para a empresa. Afinal, foi neste período que surgiu o único competidor capaz de enfrentá-la. Em número de encomendas, a BOEING perdeu o primeiro lugar como construtora de aeronaves comerciais para a Airbus, algo que não ocorria desde os tempos do 707. A reação começou em 1996, quando a McDonnell Douglas foi adquirida pela BOEING por US$ 13 bilhões. Nos anos seguintes a guerra entre a BOEING e a rival européia Airbus acirrou, obrigando a empresa norte-americana a se superar para não perder a liderança de mercado. Nesta voraz guerra, a BOEING deu uma cartada inesperada: anunciou o Sonic Cruiser , seu mais novo e ambicioso projeto na área de aeronaves comerciais. O Cruiser deverá voar longas distâncias à velocidades limítrofes à barreira do som. Segundo a empresa, o SC deverá encurtar um vôo transpacífico em consideráveis 3 horas. Vai consumir mais combustível que os aviões de hoje (fala-se em 30% a mais) mas, em compensação, sua produtividade será maior, gastando menos tempo para realizar uma viagem.
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A linha do tempo
1958

Primeiro vôo comercial com o BOEING 707 (aeronave transcontinental com 4 turbinas) efetuado pela já extinta Pan American (Pan Am), no dia 26 de outubro, entre Nova York e Paris. A versão era da série 707-120. Rapidamente diversas outras companhias aéreas adquiriram essa aeronave de enorme sucesso em todo o mundo, encurtando distâncias em longos vôos transatlânticos. O modelo era a maravilha desta época. Podia transportar 181 passageiros numa viagem sem escalas de Nova York a Paris. Em maio de 1991, foi suspensa a produção dessa aeronave, somando 1.010 unidades produzidas para uso comercial.
1964
Lançamento do BOEING 727, introduzido em serviço comercial no mês de fevereiro pela United Airlines. A aeronave utilizava três tripulantes na cabine de comando (comandante, co-piloto e o engenheiro de vôo). Foi a primeira aeronave tri-jato a ser disponibilizada no mercado. Em 5 de dezembro de 1977 a geração 727, bateu um recorde até então inédito. Foi transportado naquela data o passageiro de número 1 bilhão. Em setembro de 1995, esse número atingia 4.2 bilhões de passageiros transportados nesse tipo de aeronave, recorde absoluto em todo mundo. A sua produção comercial foi encerrada em agosto de 1984. Foram vendidas 1.831 aeronaves Boeing 727, em todas as suas versões.
1967
Em 9 de abril foi realizado o vôo inaugural do modelo BOEING 737-100 (oficialmente denominados pela fábrica como “Originals”), entrando em serviço com a Lufthansa em fevereiro de 1968, como a primeira companhia aérea fora dos Estado Unidos à lançar um novo modelo da BOEING. Era um avião bi-jato, turbinas nas asas, bem mais econômico e versátil para pequenas e médias distâncias e que ocupava pouca pista. O modelo é o mais popular jato comercial de passageiros de fuselagem estreita (narrow-body) para médio-alcance no mundo. Com 6.160 pedidos e 5.009 unidades entregues, esta é a aeronave com a maior carteira de pedidos e de maior número de unidades de transporte de passageiros já produzida em todos os tempos. O modelo tem sido tão amplamente utilizado, há mais de 1.250 deles em vôo pelo mundo, que um 737 decola ou pousa a cada cinco segundos no mundo. No decorrer dos anos novas versões foram lançadas como o 737-200, versão original alongada e lançada em 1968; o 737-300, que entrou em serviço no dia 24 de fevereiro de 1984; o 737-400, versão desenvolvida para companhias áreas de vôos charters, que entrou em serviço no dia 19 de fevereiro de 1988; o 737-500, que entrou em serviço em 1990; o 737-600 (US$ 47-55 milhões), que entrou em serviço em 1998 com a Scandinavian Airlines System multinacional; o 737-700 (US$ 54-64 milhões), lançado pela Southwest Airlines em 1993, com capacidade para 124 passageiros, que entrou em serviço em 1998; o 737-800 (US$ 66-75 milhões), que entrou em serviço no ano de 1998; e o 737-900, lançado pela Alaska Airlines em 1997, entrando em serviço no ano de 2000; e o 737-900ER (US$ 70-80.5 milhões), maior versão da aeronave com capacidade para até 215 passageiros, com “roll-out” (apresentação após a montagem final) ocorrida na fábrica, em Renton, Washington, em 8 de agosto de 2006 para o cliente estreante do modelo, a Lion Air. Ao todo foram produzidos mais de 5.000 aviões modelo 737.
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1969
Lançado oficialmente no dia 9 de fevereiro o modelo BOEING 747, em um vôo inaugural sob o comando do comandante Jack Waddell, o co-piloto Brien Wygle e o engenheiro de vôo Jess Wallick, foi projetado na década de 60 para satisfazer a demanda de companhias aéreas norte-americanas, européias e japonesas por um tipo de equipamento mais adequado para viajar a grandes distâncias, ligando grandes centros urbanos sem necessidade de paradas para reabastecimento, sobrevoando inclusive o Oceano Atlântico, o Oceano Pacífico e outras regiões inóspitas e isoladas do planeta, como desertos e florestas. O modelo era widebody (todo avião comercial que é produzido com três fileiras de assentos, com um par de fileiras de assentos próximas à janela e uma fileira no meio e dois corredores). O Jumbo ou “King of the skies” (o rei dos ares), como ficou conhecido o modelo, tornou-se, e a galinha dos ovos de ouro (“cash cow”) da empresa. Ao longo dos anos o modelo foi utilizado para o transporte de passageiros e cargas aéreas, configurado para 350 passageiros (baixa-densidade), 400 passageiros (média-densidade) ou 450 passageiros (alta-densidade). O desenvolvimento do 747 quase causou a falência da BOEING pelos elevados custos de desenvolvimento, mas o esforço valeu a pena, pois o modelo se tornou um best seller, e certamente um dos maiores sucessos da empresa em todos os tempos. Em setembro de 1993, quando a BOEING fabricou seu milésimo aparelho, os 747 tinham transportado mais de 1.4 bilhão de passageiros, o equivalente a um quarto da população terrestre, e percorrido 28 trilhões de quilômetros. Desde 1969 já vendeu mais de 1.300 unidades, nas versões SP (um 747 mais curto), 100 (com 3 janelas na parte superior), 200 (com mais janelas na parte superior), 300 (com a parte superior alongada) e 400 (com wing-lets nas pontas das asas). O 747-400, a única versão do modelo ainda em fabricação, mas com vendas já suspensas, foi a que recebeu a maior quantidade de inovações técnicas e a introdução de novos materiais que permitiram uma significativa redução de peso e, como conseqüência, redução no consumo de combustível, além da adoção de motores mais silenciosos e de manutenção mais barata, entrou em serviço em 1989, tendo a Northeast Airlines como seu primeiro cliente.
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1982
Lançamento oficial em 19 de agosto do primeiro BOEING 767, entregue a United Airlines, entrando em serviço somente no dia 8 de setembro, quando realizou a rota Chicago-Denver. O modelo, um widebody com configuração de assentos 2x3x2 na classe econômica, foi projetado para longo alcance operacional e baixo custo operacional, sendo o principal responsável pela grande popularização dos vôos transatlânticos na década de 1980. É a aeronave que mais cruza o Oceano Atlântico diariamente. Em março de 1984 surgiu o 767-200ER, uma versão que tinha um alcance superior, mesmo quando muito pesado, e um tanque central adicional para permitir vôos ainda mais longos. A primeira companhia que operou este modelo foi a Ethiopian Airlines. Será substituído futuramente pelo modelo 787.
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1983
Estréia oficial em vôo do BOEING 757 no dia 1 de janeiro através da companhia aérea Eastern Airlines. O modelo foi fabricado em 3 versões: B757-200 (passageiros), B757-200F (cargueiro) e B757-300 (passageiros e alongado).
1994
A necessidade de uma aeronave moderna, de grande alcance e menor consumo de combustível que os trijatos e quadrijatos, fizeram nascer o Boeing 777, que voou pela primeira vez em 12 de junho. United Airlines, All Nippon Airways, British Airways, Japan Airlines e Cathay Pacific, foram as companhias aéreas que participaram junto com a Boeing do esboço e da análise do modelo, resultando em um cockpit com funções e design feitos para um melhor conforto na pilotagem da aeronave. Atualmente é fabricado nas versões 777-200 (US$ 178-195 milhões), tendo como primeiro cliente a United Airlines, que recebeu a primeira aeronave em maio de 1995; 777-200ER (US$ 190-212 milhões), projetado como uma opção de maior alcance do 777-200, tendo como primeiro cliente a British Airways, que recebeu a primeira aeronave em fevereiro de 1997; 777-200LR (US$ 219-243 milhões); 777-300 (US$ 210-234 milhões), avião comercial com maior alcance do mundo (17,446 km), tendo como primeiro cliente a Pakistan International Airlines, que o recebeu em fevereiro de 2006; 777-300ER (US$ 237-264 milhões); e o 777F (US$ 232-240 milhões), tendo a Air France como primeiro cliente, que receberá a primeira aeronave em 2008.
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1995
O BOEING 717-200 foi, até maio de 2006, uma opção da Boeing no mercado de jatos regionais. Com capacidade para 106 passageiros, ele substituiu as versões menores do antigo Douglas DC-9 (MD-95), que deixou de ser fabricado. Foi lançado oficialmente em outubro de 1995 e o primeiro protótipo voou em setembro de 1998. O primeiro deles, entrou em serviço pela empresa AirTran Airways, em 23 de setembro de 1999.
2007
Apresentação oficial do BOEING 787 Dreamliner em 8 de julho, o mais ousado e avançado avião já produzido pela empresa. A entrada do avião no mercado está prevista para maio de 2008. No dia de seu lançamento, mais de 670 unidades já haviam sido encomendadas por 48 companhias aéreas internacionais, fazendo dele o maior sucesso comercial da indústria aeronáutica mundial em todos os tempos. Será capaz de transportar de 200 a 350 passageiros, dependendo do modelo e da configuração do interior da aeronave. O primeiro será entregue para a ANA (All Nippon Airways), que comprou 50 unidades. O novo e revolucionário modelo poupa cerca de 20% de combustível comparando com aeronaves do mesmo segmento. Este ganho, segundo a empresa, deve-se aos novos materiais usados, asas e fuselagem construídos num compósito ultra-leve utilizado e testado em caças americanos. Somente 20% da aeronave é construída com a tradicional liga de alumínio.
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Com esta filosofia de construção foi possível poupar 1500 folhas de alumínio, 45 mil parafusos e porcas, milhares de rebites e 100 quilómetros de fio de cobre. Um BOEING 787 vai levar cerca de 3 dias para ser produzido. Com capacidade para 223 passageiros, o novo modelo custará entre US$ 148 à 200 milhões, dependendo da configuração. A apresentação oficial do modelo pode ser vista no vídeo abaixo.
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A guerra
Há muito tempo que Airbus e BOEING competem para ver quem vende mais em menos tempo. Uma acusa a outra de só conseguir sucesso graças às massivas subvenções estatais. É uma guerra declarada. Até o ano de 2000 a empresa americana levava ampla vantagem. Mas os tempos mudaram. A montadora européia assumiu a liderança e começou uma agressiva guerra pela liderança de mercado. Devido a uma grave crise a BOEING permitiu que, em 2003, a européia Airbus tomasse a dianteira na entrega de aviões pela primeira vez na história da aeronáutica. O fabricante americano começou então um processo de transformação que agora começa a dar frutos. O ano de 2006 foi, em termos de número de aeronaves vendidas, o melhor da história da BOEING. Com 1.044 encomendas firmes, superou a marca histórica obtida em 2005, de 1.002 aeronaves vendidas. O último ano fica marcado também por outra conquista: foi o ano em que a BOEING reconquistou a liderança perdida para a Airbus em diversas categorias. A empresa não só vendeu mais aeronaves no ano que a fabricante européia (1044 x 790) como viu a lista total de encomendas ultrapassar a da Airbus pela primeira vez desde o ano 2000.
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E a briga atual envolve dois modelos modernos e avançados tecnologicamente: o BOEING 787 e o Airbus A350.
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A linha de montagem
A mais famosa linha de montagem da BOEING está localizada em Everett, 25 milhas ao norte da cidade de Seattle, estado de Washington. Foi construída há 40 anos para abrigar a linha de produção do 747, então o maior avião de passageiros do mundo. Em 27 de agosto de 2007 a BOEING comemorou a entrega da aeronave de fuselagem larga de número 3.000 desta fábrica. O modelo foi um avião 777-200ER, entregue a Korean Air. De acordo com a BOEING, atualmente cerca de 80% dos aviões produzidos em Everett ainda estão em serviço, num total de 2.610 aeronaves. Uma das atrações do local é a visitação pública guiada ao Future of Flight Aviation Center & Boeing Tour, onde o turista poderá acompanhar a linha de montagem, passo à passo, dos modelos 747, 767, 777 e 787, na maior construção do mundo e com os maiores vãos livres do planeta, com mais de 5,6 milhões de m³. Alguns números impressionantes deste gigantesco complexo: as portas de entrada de cada seção do hangar são do tamanho de um campo de futebol; caberiam 911 quadras de basquete dentre do hangar; em cada turma trabalham 9.000 pessoas; e a conta anual de luz é de US$16 milhões. Clique nas imagens abaixo para ampliar.
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A marca no mundo
A Boeing Commercial Airplanes (BCA), referência mundial em aviação comercial, é uma das principais montadoras de aviões e material aeronáutico do mundo. Sua sede está localizada em Chicago, enquanto que as principais fábricas da empresa encontram-se na região metropolitana de Seattle, estado de Washington, em Everett; em Renton, St. Louis, onde a empresa produz caças e mísseis com fins militares; e Seal Beach, Califórnia, onde são desenvolvidos e produzidos satélites, foguetes e módulos de estações espaciais. Atualmente a empresa detém 55% do mercado de aviação comercial, empregando pessoas em 70 países.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca BOEING.
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Você sabia?
Hoje o grupo Boeing engloba a extinta McDonnell Douglas, que foi fundada numa associação de Donald Wills Douglas (da Douglas Aircraft Company) e de James Smith McDonnell (McDonnel Aircraft - St. Louis, em 1939) e a North American Rockwell (fundada em 1934 por Dutch Kindelberger como North American Aviation).
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MICROSOFT

Ela foi a responsável pelas maiores revoluções da indústria de tecnologia com a massificação de softwares em centenas de milhões de computadores. Você imaginaria escrever um texto sem o WORD? Navegar pela Internet sem o auxílio do EXPLORER? Fazer uma simples planilha sem o EXCEL? Ou até mesmo fazer aquela importante apresentação sem o POWERPOINT? Provavelmente não. Agradeça a todas essas facilidades que temos hoje em dia a MICROSOFT.
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A história
Tudo começou quando a era do micro-computador teve início em 1974, com o lançamento, por parte da Micro Instrumentation and Telemetry Systems (MITS), do Altair 8800. William (Bill) Gates, que desde os 13 anos criava programas para computadores, e o seu colega de liceu e amigo de infância, Paul Allen, integraram este projeto ao desenvolverem software para o Altair. Convictos de que o micro-computador seria uma ferramenta indispensável em um futuro próximo, ambos fundaram na cidade de Albuquerque, estado americano do Novo México, no dia 4 de abril de 1975, a MICROSOFT, com o objetivo de vender interpretadores da linguagem BASIC para o computador Altair. “Um computador em cada casa e em cada mesa de trabalho”, essa era a proposta da nova empresa. No ano seguinte o nome MICROSOFT é registrado como marca. Em 1978 já estabelecia seu primeiro escritório internacional no Japão, fechando o ano com vendas superiores a US$ 1 milhão. A sede da empresa foi transferida em 1979 da cidade de Albuquerque para a Belleuve, estado de Washington. Nesse mesmo ano inicia sua entrada no mercado Europeu.
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A partir deste momento a MICROSOFT começaria a mudar nossas vidas com lançamentos de produtos revolucionários como o MS-DOS 1.0 (Microsoft Disk Operating System) introduzido em 12 de agosto de 1981, quando a IBM lançou seu computador pessoal com esse sistema operacional de 16 bits; em 1983 quando lançou o Microsoft Mouse (que possuía dois botões) e o editor de texto WORD; em 1985 com o lançamento do sistema operacional Windows 1.0, que se tornou um dos maiores sucessos da história da computação; em 1987 com o lançamento do programa de planilhas eletrônicas Microsoft Excel, que já possuía uma versão para MAC lançada em 1985 e do Microsoft PowerPoint, um programa utilizado para edição e exibição de apresentações gráficas no sistema operacional Windows; em 1989 com o lançamento do Microsoft Office, suíte de aplicativos para escritório que continha programas como processador de texto, planilha de cálculo, banco de dados, apresentação gráfica, gerenciador de tarefas, e-mails e contatos; em 1993 com a introdução da ENCARTA, primeira enciclopédia feita especialmente para computador; em 1995 com o lançamento do portal MSN (Microsoft Network) e do Microsoft Explorer, um navegador para Internet; em 1997 com o lançamento do Microsoft Outlook, programa utilizado para o gerenciamento de contatos, tarefas, mensagens de e-mail, agenda e outras informações, como histórico dos documentos eletrônicos utilizados, além da introdução do Front Page, editor de páginas para internet; e em 1999 com a introdução do MSN Messenger, um programa da mensagens instantâneas.
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Porém, nem só de software e sistemas vive a MICROSOFT, que lançou outros produtos como o console de videogame XBOX em 15 de novembro de 2001 no mercado americano com preço estimado de US$ 299.99. Com um desempenho gráfico três vezes superior aos dos outros videogames, leitura de DVD de máxima qualidade e som surround Dolby 5.1 para jogos e filmes, e um disco rígido que possibilitava toda uma nova forma de jogar. O designer da Microsoft, Horace Luke que projetou o design do XBOX, diz que não escolheu o verde para ser a cor do console, o que aconteceu foi que o único marcador fluorescente que estava com ele era o verde. Então depois de criar os rascunhos com o verde, o design do console ficou bom e o verde se tornou oficial. O lançamento foi apontado por muito como o melhor da história da categoria. Somente nos primeiros meses nos Estados Unidos o console vendeu mais de 1.5 milhões de unidades, estabelecendo-se como um dos mais populares videogames do mundo. A segunda versão do console, denominada XBOX 360, foi lançada no mês de novembro de 2005, sendo 15 vezes mais rápida que a versão original. Outros dois produtos lançados pela empresa recentemente foram o tocador portátil de música digital para concorrer com o popular iPod, chamado Microsoft Zune, introduzido no mercado no dia 14 de novembro de 2006; e a MSN TV, introduzida em 1995 pela empresa WebTV Networks, pioneira em serviços interativos para televisão, que seria comprada pela MICROSOFT mais tarde adotando o nome atual.
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A grande criação
A história do programa Windows começou em 10 de novembro de 1983, no Plaza Hotel de Nova York, quando a MICROSOFT anunciou formalmente o programa, próxima geração de sistemas operacionais que iria permitir o uso da chamada “Graphical User Interface (GUI)” para ser utilizado em ambiente dos computadores da IBM. Seria lançado com o nome de Interface Manager se não fosse Rowland Hanson, homem do setor de marketing da empresa, que convenceu Bill Gates que a palavra Windows era melhor e mais fácil de ser pronunciada. A empresa prometeu que o programa seria lançado no mercado em abril de 1984. Ainda em novembro, Bill Gates mandou uma versão beta do programa para a IBM, porém a resposta não foi tão positiva, muito em virtude de a empresa estar trabalhando em seu próprio programa de operação de sistema chamado Top View, um programa com base no DOS e sem nenhum GUI, lançado em fevereiro de 1985. Finalmente o Windows 1.0 foi lançado nesse mesmo ano, em 20 de novembro, e competiu ferozmente com o Top View, que teve sua produção suspensa dois anos depois.
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A segunda versão do programa Windows foi introduzida em 1987, batizada de Windows 2.0. Em 1990 foi lançado o Microsoft Windows 3.0, iniciando uma nova era na computação. O programa tinha um avançado sistema de gráficos de 16 cores e suporte total no poderoso processador 386 da Intel. Para divulgar o produto a empresa gasta milhões de dólares em publicidade. Em 1992, lançou sua primeira campanha na televisão para divulgar o programa Windows. No ano seguinte chegou ao mercado o Windows NT (news Technology), com programa operacional de 32-bit. A próxima versão, mais moderna e eficiente do programa, que continha o Internet Explorer para poder acessar a Internet, seria lançada no dia 22 de agosto de 1995, com o nome de Windows 95. Três anos mais tarde foi lançado o Windows 98 mundialmente, segundo muitos a melhor versão do programa, conhecido pela frase “Works Better, Plays Better”, sendo o primeiro desenvolvido especificamente para os consumidores. No ano seguinte foi introduzida a segunda versão deste programa. Depois vieram o Windows Millenium Edition (Windows Me), introduzido no mercado em 2000, e que encontrou forte resistência por parte dos consumidores em virtude dos problemas operacionais que apresentava; o Windows XP lançado em 2001; e mais recentemente o Windows Vista, introduzido no dia 30 de janeiro de 2007, e que segundo a empresa, é o sistema operacional mais seguro e estável já desenvolvido pela mesma, além de estar disponível para sistemas 32 bits e 64 bits. O logotipo do Windows também evoluiu ao longo dos tempos como podemos ver na imagem abaixo.
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Microsoft.com
O site é um dos destinos mais populares da Internet, recebendo mais de 100 milhões de visitas diariamente, sendo o décimo terceiro site mais acessado da rede mundial de computadores. Abaixo podemos acompanhar o designer da página na Internet ao longo dos anos.
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O campus
A imponente sede da MICROSOFT, construída em 1986, está localizada em Redmond, um subúrbio de Seattle no estado de Washington. É um complexo gigante, distribuído em uma área verde de 1.1 milhão de metros quadrados, o tamanho do autódromo de Interlagos, formado por 40 edifícios baixos cercados por parques e quadras esportivas. Parece o campus de uma universidade. Seu nome, aliás, é MICROSOFT CAMPUS. Não há porteiros e os prédios funcionam 24 horas por dia. Cada prédio do campus tem refeitório, fornos de microondas e geladeiras com refrigerantes (grátis), além das máquinas que vendem salgadinhos e doces. A qualquer hora do dia podem-se ver programadores jogando basquete, vôlei e até futebol. Os mais de 13 mil funcionários que trabalham lá, só usam terno ou tailleur em ocasiões realmente necessárias, podendo vestir bermudas e ter cabelos compridos. Ficam a maior parte do tempo à vontade. Tão à vontade que em 1990 a diretoria passou uma circular proibindo os funcionários de andar descalços. Não há horários fixos de trabalho, com exceção do departamento de atendimento ao usuário. Cada funcionário tem sua própria sala (2,5 por três metros) onde cabe uma mesa com o computador, uma estante e uma cadeira. Somente diretores têm direito a alguns metros quadrados a mais. A sala dos vice-presidentes, por exemplo, é duas vezes maior que o padrão. E o escritório de Bill Gates não é muito maior do que isso. Recentemente a MICROSOFT anunciou que investirá US$ 1 bilhão nos próximos três anos para aumentar em aproximadamente um terço a área de sua sede. Abaixo podemos ver fotografias (clique nelas para ampliar) da enorme sede.
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O logotipo e os slogans
A evolução do logotipo da MICROSOFT se deu de uma forma gradual. Em 1982 a introduziu o logotipo corporativo conhecido como “Blibbet”, que possuía uma caixa verde. Somente em 1987 adotou o atual logotipo, conhecido como “Pacman”, desenhado e desenvolvido por Scott Baker. O logotipo, escrito em letra Helvetica Italic, tem a distância entre a letras S e O encurtada para enfatizar a palavra SOFT e passar uma noção de velocidade. Entre 1994 e 2002 a empresa utilizou o logotipo com o slogan “Where do you want to go today?”. A última modificação ocorreu em 2002, quando a empresa lançou nos Estados Unidos, através de uma imensa campanha publicitária, o logotipo com o novo slogan “Your potential, our passion” (Seu Potencial, Nossa Inspiração).
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A empresa também utilizou outros slogans, específicos para alguns produtos, como poder ser lido abaixo:
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It's better with the butterfly. (MSN 8 internet service provider)
It's good to play together. (Xbox)
Jump in. (Xbox 360)
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O valor
Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca MICROSOFT está avaliada em US$ 58.7 bilhões, ocupando a posição de número 2 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. A marca só não é mais valiosa que a Coca-Cola.
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A marca no mundo
A Microsoft atua hoje no mercado de antivírus para PCs, buscas na internet, telefonia celular e pela rede, videogames, bancos de dados corporativos e em programas de gestão empresarial para pequenas e médias companhias. Possui 4 centros operacionais localizados em Dublin na Irlanda, Humacao em Porto Rico, Reno estado americano de Nevada e Cingapura. O faturamento internacional representa 54% do faturamento total da MICROSOFT.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca MICROSOFT.
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Você sabia?
Desde que abriu seu capital na Bolsa de Valores em 1986, 4 homens se tornaram bilionários e cerca de 12 mil funcionários da empresa se tornaram milionários.
William Henry Gates III, mais conhecido como Bill Gates tem 9.42% da empresa que lhe garante uma fortuna de US$ 51 bilhões e o posto de segundo homem mais rico do planeta.
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VICTORIA'S SECRET

Desfiles de Natal feitos no meio de Nova Iorque com ninguém menos que Gisele Bündchen com asas de anjos e lingeries. Para tanta ousadia, somente a marca VICTORIA’S SECRET levaria tanto mérito. A marca não reinventou a lingerie. Apenas a tornou mais sensual e ousada. O que antes pertencia somente à esfera íntima de uma mulher, o seu mistério, a sua sedução, está agora à vista para que todo mundo possa ver. E o melhor, qualquer um poder comprar não somente lingeries, mas fantasia, sedução e sexualidade.
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A história
A primeira loja da VICTORIA’S SECRET foi aberta em 1977, localizada no Stanford Shopping Center na cidade de San Francisco pelas mãos de Roy Raymond por uma razão muito forte: ele se sentia desconfortável nas lojas ao comprar lingeries para sua mulher. O nome da marca foi inspirada pela admiração de seu fundador em relação a Rainha Vitória. O grande sucesso da loja foi à privacidade em comprar roupas íntimas em um local especializado e não em lojas de departamento, onde o número de pessoas era enorme. E este sucesso foi traduzido nas vendas ao final de seu primeiro ano: US$ 500 mil. Era o começo da “revolução sexual” que transformaria o segmento de roupas íntimas nos Estados Unidos. No ano seguinte é lançado o famoso catálogo da VICTORIA’S SECRET, adicionando mais um canal de venda a marca. A resposta do público ao catálogo foi imediata e enorme.
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Quando em 1982 a empresa foi comprada pela Intimate Brands por US$ 1 milhão, contando com 6 lojas em atividade, um catálogo de 42 páginas e vendas de US$ 6 milhões, a marca já era sinônimo de roupas íntimas sexy. Uma das primeiras ações tomada pelos novos proprietários foi acrescentar nas capas de seus catálogos fotos de casais em poses sensuais e modelos posando e desfilando com as roupas íntimas da marca. Foi a partir da década de 90 que a VICTORIA’S SECRET começou a diversificar seus produtos com o lançamento da linha swinwear (composta de biquínis e maiôs) em 1991; lingeries feitas de cotton em 1993; linha de cosméticos e o sutiã Miracle Bra, que aumentava o tamanho dos seios, em 1994; a linha de meia-calças em 1998; o perfume Dream Angels em 1999; o primeiro perfume masculino, chamado Very Sexy for Him, e o perfume feminino Pink, em 2001. Porém as novidades não pararam por aí. Em 2004 lançou a linha VICTORIA’S SECRET PINK, composta por pijamas, lingeries, biquínis e acessórios, para mulheres entre 18-22 anos. Esta linha acabou virando uma submarca, contando atualmente com três lojas, e faturando US$ 800 milhões.
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Angels
A marca é conhecida pela sua linha de lingeries provocantes e sensuais, mas também pelo casting de top-models que personificam o espírito da VICTORIA’S SECRET. Tudo começou em 1995 quando estreou o Victoria's Secret Fashion Show, pomposo desfile anual da marca, geralmente realizado na cidade de Nova York. Em 1999 esse desfile foi transmitido pela televisão pela primeira vez, com uma audiência de 1.5 milhões. Entre as VICTORIA’S SECRET ANGELS, como são chamadas as modelos contratadas pela marca, estão as brasileiras Adriana Lima, Alessandra Ambrosio, Izabel Goulart e Fabiana Semprebom; a americana Selita Ebanks, Heidi Klum e a deslumbrante Karolina Kurkova. Outras beldades internacionais como Naomi Campbell, Tyra Banks, Eva Herzigová, Petra Němcová, Tricia Helfer e Gisele Bündchen já fizeram parte do casting da marca.
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A marca no mundo
Atualmente a rede, maior loja especializada em lingeries e pijamas dos estados Unidos, conta com mais de 1.000 lojas no país com um faturamento de US$ 5 bilhões. Todos os anos são impressos e distribuídos cerca de 400 milhões dos famosos catálogos da marca. O VICTORIA’S SECRET DIRECT gera vendas próximas a US$ 1.4 bilhão.
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A marca em imagens
Clique nas imagens abaixo para ampliar e conhecer um pouco mais sobre a marca VICTORIA'S SECRET.
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Você sabia?
Somente a divisão de cosméticos fatura cerca de US$ 1 bilhão. Dos 20 perfumes mais vendidos nos Estados Unidos, cinco são da VICTORIA’S SECRET. Entre eles, o Dream Angels, perfume de vendas nos Estados Unidos.
Roy Raymond, fundador da empresa, cometeu suicídio em 1993 ao se atirar da ponte Golden Gate na cidade de San Francisco.
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